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Lista de compras

por Pequeno caso sério, em 25.10.21

Segunda-feira.

Aquele diazinho de merda em que tens de voltar ao trabalho e, como se isso não fosse penoso o suficiente,  tens de abastecer o frigorífico por conta do desbaste que levou durante o fim de semana.

Uma merda ter de ir ao supermercado, pois é? É sim senhor. Eu cá também não gosto. 

-Ah e tal, Pequeno caso sério, és tão práfrentex e não mandas o esposo fazer isso por ti? - perguntam vocês enquanto embandeiram a causa da divisão das tarefas domésticas.

Primeiros:

eu também sou adepta da divisão das tarefas. Se os dois trabalham e não querem /podem ter quem faça essas tarefas, então têm de alancar os dois.

Sigundos:

há "brigas" que já não compro e as idas ao supermercado é uma delas. Porquê? Porque todas nós sabemos que quando mandamos um gajo ao supermercado há sempre um telefonema. A não ser que lhes façamos uma lista muito explicadinha. E quando digo muito explicadinha, é mesmo muuuuuiiiiitttttoooo explicadinha :

 

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Luxo (atualizado)

por Pequeno caso sério, em 18.10.21

Em outubro de 2021, luxo não é levar isto no braço:

 

 

Se querem virar todas as cabeças à vossa passagem, é isto que têm de segurar com todas as vossas forças :

 

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EDP, a inspirar obras de arte desde 1975

por Pequeno caso sério, em 14.10.21

Há quem se dedique à escrita.

Há quem se dedique à escultura.

Há quem se dedique à pintura.

Há quem se dedique a  interpretar o que os artistas tentaram transmitir.

E depois há os outros, que apesar de não perceberem nada de tintas, pincéis, óleos, técnicas, estilos  e movimentos artísticos, conseguem enquadrar uma obra realizada há muitos anos no triste quotidiano que nos assiste:

 

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Biblioteca humana

por Pequeno caso sério, em 29.09.21

Chegou-me por estes dias uma ideia que me pareceu genial sobretudo se tivermos em conta os tempos loucos que vivemos e em que cada vez menos interagimos (presencialmente) uns com os outros.

Trata-se do conceito Biblioteca Humana onde, em vez de livros, podemos "requisitar" pessoas.

 

-Ó Pequeno caso sério, requisitar pessoas já se faz há muito ano...mas não numa biblioteca ! - opinam vocês com o lado badalhoco que mora em vós a fervilhar.

Calma.

Não é na verdadeira aceção da palavra, valha-me Deus. 

Funciona tudo como se de uma biblioteca convencional se tratasse mas, ao invés de livros, temos pessoas que se voluntariam para partilhar a "sua história" connosco. Podem estar relacionadas com variadíssimos temas, normalmente daqueles mais pesados e por isso mesmo menos escolhidos se na realidade estivéssemos a requisitar um livro. Pretende-se assim desmistificar alguns tabus e preconceitos e mostrar que não devemos (MESMO!) julgar um livro pela capa.

Cada voluntário tem um colete que identifica o assunto sobre o qual nos vai falar : "Desempregado"; "Bi-polar"; "Refugiado" são apenas alguns exemplos. Durante 30 minutos ficamos a conhecer mais sobre um determinado assunto e, quem sabe, acabar com estigmas que (ainda) temos. 

O conceito começou na Dinamarca no ano 2000 mas a coisa correu tão bem que já se espalhou por muitos países à volta do mundo .

Podem saber mais aqui.

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Piolhos? Nunca mais tive.

por Pequeno caso sério, em 17.09.21

Piolhos (e suas primas lândeas).

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Essas criaturas do demóine que povoam a cabeça da pequenada e mais tarde acabam por morar nas cabeças de toda a família.

É frequente ver nas farmácias pais desesperados em busca de um shampoo milagroso que elimine a bicheza das cabeças. E olhem que se a coisa se der mais do que uma vez, a brincadeira sai cara. 

 

A última vez que padeci da condição de piolhosa não foi há muitos anos. Começou com uma comichão ocasional que rapidamente passou a desesperante.

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Entrei em negação : que não podia ser pois tinha o cabelo com madeixas, que como tinha pouco cabelo os piolhos não gostariam de cá morar, enfim, preferi negar até onde pude. Mas a comichão continuava. 

Ao segundo dia, como observava ao espelho e não via nada, pensei pedir ajuda à minha mãe. Problema? A senhora minha mãe vê tão bem como o Mr. Magoo...

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Diagnóstico (dela) : caspa.

Confiei desconfiando e comprei um shampoo exterminador da piolhama que apliquei assim que cheguei a casa.

Meus caros e minhas caras, esta que vos escreve, para além de ficar com o couro cabeludo todo fodido e de ter perdido metade do pouco cabelo que já tinha à conta daquele pente do demo, descobriu que tinha a cabeça coroada não com um, nem com dois mas sim com sete, repito, sete, piolhos, quase impercetíveis de tão claros que eram. E o que é que fiz com os bichos? Guardei-os em fita cola e mostrei à minha mãe a "caspa"🙄🤦‍♀️. 

Só depois dos estragos feitos pelo shampoo e pelo pente do demo é que descobri uma maneira infalível e totalmente natural para matar a piolhage :

NÃO LAVAR O CABELO ATÉ FICAR MUITO OLEOSO. MESMO MUUUUITO OLEOSO. 

Só isto. Simples assim.

E como é que isso contribui para o extermínio da piolhama? 

ÓBVIO. OS PIOLHOS FALECEM COM O COLESTEROL ALTO. 

 

 

E não.

Não escolhi o dia de hoje ao acaso para falar deste tema. É que este é o dia limite para a pequenada voltar ao sítio onde passa a maior parte do tempo : 

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Para os pais caguinchas, coragem.

Para os outros, aproveitem o sossego. 

Para os miúdos, que seja um  regresso feliz . De preferência, sem piolhos.

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Recomeço(s)

por Pequeno caso sério, em 06.09.21

Olá minhas adoráveis criaturas que por aqui andam em busca sabe lá  Nosso Senhor do Coisinho de quê. 

Aposto que desde o primeiro dia do mês já panicásteis por ausência de conteúdos, pois foi? Compreendo a vossa aflição mas eu não tenho culpa que o mês tenha começado a uma quarta-feira. O que interessa é que os vossos dias de angústia terminaram e (se não houver  mais nenhuma surpresa ao nibél da saúdinha) este antro de maluqueira regressa hoje ao seu normal (?). É favor espalhar a palavra que isto sem vocês não tem gracinha nenhuma.

E por onde é que eu andei de férias este tempo todo? Ah...isso agora... 'Tá bem eu conto.

Pois que fui viajar, conheci sítios maravilhosos e frequentei praias igualmente espectaculares com sunsets magníficos.Mentira.Fiquei por casa a aviar séries e livros à bruta e estou mais branca que uma lula (embora tenha praticado imenso varanding e algum terracing).

Terminada esta fase menos boa, chegou também a hora do regresso ao trabalho e às rotinas pré-Covides. E  nada mais animador do que encontrar alguém que já não via desde que fui à faca e que me brinda com toda a subtileza deste mundo, com a seguinte pergunta:

Ah tanto tempo que não te via! Estás mal encaradita...e estás mais gordinha, não estás ? "

 

E eu, como 'ssoa educada que sou, revigorada com as férias que não tive, com a cabeça feita em merda mas com a certeza de que teria de deixar ali bem claro que nenhuma das cirurgias foi ao cérebro, respondi:

 

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Para as polícias da ortografia que já estavam a espumar da boca, com o olho a tremelicar, prontinhas para me fuzilar por causa ali daquele "Ah" em vez de "Há", desistam. Ainda não foi desta que me apanharam. Mas é bom saber que continuam atentas.

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Nem que fosse só uma

por Pequeno caso sério, em 30.06.21

Passou um mês desde que fui submetida a duas intervenções cirúrgicas. Sim. Leram bem. Duas. Sou gaja e portanto nunca nego uma boa promoção. 

Sem entrar em muitos detalhes, quero tranquilizar todos aqueles que continuam a vir aqui diariamente em busca de notícias (mas mesmo que tivesse sido só uma pessoa faria o mesmo). Acho que é o mínimo que posso fazer para retribuir todas as palavras que alimentaram a caixa de comentários deste projeto (?) que fez, faz e fará parte dos meus dias.

 

As cirurgias correram dentro do esperado e encontro-me na não menos chata fase 2 : a recuperação.  Mobilidade ainda reduzida e zero esforços durante mais algum tempo. Por essa razão, a escrita diária ainda não me é possível. Mas fica prometido que voltarei mal o corpo assim o permita. E só para vos descansar, apesar de me terem retirado algumas coisas, o humor ficou intacto. Para o provar, deixo aqui um pequenino reparo :

Aos seguidores merdosos que aproveitaram a minha ausência para desubscrever (?!) este canto pois deixei de o alimentar com maluqueiras que vos faziam rir, não por vontade própria mas por me encontrar muito perto do que suponho ser um farrapo humano, além de desejar que padeçam de obstipação intestinal quando forem suturados, deixo-vos ainda três palavrinhas : 

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São os detalhezinhos que revelam o lado mais surpreendente das pessoas. Ou talvez não, que isto do ser humano há muito que deixou de me surpreender.

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Aviso à navegação

por Pequeno caso sério, em 28.05.21

Nunca tive jeito para despedidas nem para dar notícias menos boas mas como sei por experiência própria que tirar um penso rápido doí muito menos se for à bruta, então cá vai:

 

Por motivos alheios à minha vontade, estarei ausente do blog garantidamente durante as próximas duas semanas. Isto se tudo correr bem. Se correr mal, olhem, foi um gosto. 

 

 

 

E já agora, se não for pedir muito, podem mandar estes quatro tratar de mim que a pessoa pode ser  esventrada mas não fica ceguinha.

 

 

Até breve.

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P@l@vr%$#

por Pequeno caso sério, em 24.03.21

Se há coisa que me custa, que me indigna, vá, é ver a maneira como algumas pessoas tratam os palavrões. Os palavrões são um assunto que me é muito caro como já expliquei aquiaqui e aqui.

Posto isto, e para começo de conversa, gostava muito de perceber qual é a diferença entre escrever ca#@$%& e caralho. Ou f%#@&€ e foda-se. Ou m€£#@ e merda.

Expliquem-me. Mas expliquem-me como se eu fosse muito burra.

É que se é para não ser tão "agressivo", lamento. Com asteriscos ou cardinais, a mensagem é a  mesma.

 

Pior que isto, só a maneira como as pessoas se abespinham se um palavrão for escrito e, ai de nós, dito, por uma mulher. Acreditem, sei do que falo. Sinto isso na pele diariamente sem sequer dizer todos os que me apeteciam.

Um "foda-se" escrito (ou dito) por um homem, é normal (inclusivamente em horário nobre e sem "piiiiis"). Mas se for escrito (ou dito) por uma mulher, fica mal. Passa a ser uma ordinária ou vulgar. E ai Jesus se tiver um emprego respeitável (?) e for apanhada a escrever merdas na internet. Crucificação na hora.

E sim, ainda acontece. Mais vezes do que se pensa. 

 

Aqui fica um (triste) exemplo que vi no Instagram da autora do blog "Ser super mãe é uma treta". 

 

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Ano 2021 do século XXI.  

Fo-da-se. 

 

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Então Pequeno caso sério...

por Pequeno caso sério, em 22.03.21

...'qué que tens a dzer sobre a polémica das vacinas  da Astraznéca?- perguntam vocês com essa mania de recorrer à minha vasta sapiência antes de darem um peido.

Mas olhem, desta vez, lixaram-se.

Se por um lado acho que a vacina é  a única hipótese que temos de nos proteger um bocadinho contra o bicho, por outro, não confio a 100% naquela que provavelmente me calhará na rifa. 

Creio que os cientistas fizeram o melhor possível em tempo recorde mas a mim ninguém me tira aquela desconfiançazinha de treinador de bancada. E digam o que disserem, não senhores, as vacinas não são todas iguais :

 

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Agora que já têm em vosso poder esta informação altamente qualificada, pensai bem, e ide dar o bracinho ao manifesto. 

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