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A gaja e as vacinas

por Pequeno caso sério, em 19.02.21

A gaja quer falar de vacinas.

 

A este propósito a gaja recorda mais um vergonhoso episódio da sua vida em que foi vacinada na escola, em 1815, no 5º ano, e fez uma fita tão grande, mas tão grande que foram precisas duas pessoas para a segurar

 

 

Escusado será dizer que quando regressou à sala de aula tinha os restantes 25 mitras da turma a gozar com ela e que, não podendo bater em todos, arreou no primo que estava ali mais à mão com a flauta que este estava a tocar enquanto se ria . Resultado: vieram os dois para a rua com falta disciplinar. Ah, belos tempos!

 

A gaja não gosta de vacinas porque é caguinchas tem receios vários, a começar pela frase que todas as enfermeiras dizem e a que a deixa logo exaurida dos nerves

 

 "não dói nada" . 

 

Não dói mas é o caralho! Dói e não é pouco. Porque é que elas não são sinceras? Mais valia dizerem a verdade :

 

Vai doer mas não vais morrer disto, deixa-te de mariquices. ´Xa cá mas é ver o bracinho com as pelangas penduradas. 

 

 

A gaja também não gosta de vacinas porque ouve na televisão muita gente a dizer vácinas . A gaja acha que devem ser a mesma merda mas só para as spétias que devem levar as ditas sentadinhas num sófá , numa sala com muita létcidade e depois de terem desligado o tefone. Caganças.

 

A gaja acha vergonhoso o que se tem passado na corrida desenfreada aos frasquinhos milagrosos onde se vacina toda a gente que pode esperar ao invés de se proteger todos os que estão na linha da frente, sendo que a linha da frente para a gaja são médicos e enfermeiros, pessoas que têm patologias de risco associadas, bombeiros, polícias, pessoal que trabalha nas farmácias e supermercados, professores, educadores e auxiliares e depois, só depois, os outros. E se o problema é não terem gente suficiente para administrar as vacinas a gaja oferece-se para vacinar os bombeiros sapadores de Setúbal.  

 

A única coisa positiva que a gaja retira deste "salve-se quem puder" são os estratagemas que se inventam para contornar o sistema. De todos, o que a gaja mais gostou foi o caso das enfermeiras brasileiras que foram caçadas a vacinar os velhos com a seringa vazia para depois as venderem no mercado paralelo.  

 

 

E por fim, a gaja acha que por muito controle que diga que se tem sobre o processo a verdade verdadinha será sempre esta:

 

 

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A gaja e a praia

por Pequeno caso sério, em 01.07.19

A gaja decide ir à praia. 

A gaja só tem depilação daqui a quinze dias ...e parece que tem uma meia do palhaço , portanto, agarra - se à gillette e trata do assunto.

A gaja escolhe o biquini entre os mesmos 427 que já tinha o ano passado. Todos lhe ficam mal porque está gorda que nem uma porca  encolheram. Invariavelmente, decide-se por um preto,que diz que emagrece mais as 'ssoas. [AHAHAHAHAHA]

A gaja parece uma lula e por isso besunta -se toda com um protetor que  a deixa  ainda mais  branca. E peganhenta.

A gaja avança para a escolha da roupa e o drama continua. Calções? Nem pensar! A gaja opta por um vestido de cavas,fluido, preto,até aos pés, tipo burka. Há lá coisa com mais ar de praia? Não há não senhor.

Agarra na bolsa com o telemóvel, bateria portátil , batom, soro fisiológico, tampões ,toalhitas,fita para o cabelo,espelho e mais 356 coisas completamente inúteis, e lá sai de  casa. 

Leva, na melhor das hipóteses, meia hora até o pé tocar na areia.

Chega à praia e procura um bom spot para o chapéu de Sol. Estende a toalha, ou tenta,vá, porque o vento é tanto que a gaja mais parece que está num ringue de wrestling , tendo como única adversária, a toalha.Com muito esforço, a gaja lá ganha o round.

Senta -se triunfante na toalha. Vem uma rabanada de vento que lhe deixa o cabelo num estado miserável e a areia toda colada ao corpo, tipo croquete.

A gaja decide ir à água .

Primeiro um pé.

Depois o outro.

A água salgada começa a atuar nos poros recentemente tocados pela gillette e a dor instala-se. Milhões de pequenos choques elétricos invadem as pernas da gaja...mas ela resiste, como se nada fosse. Porquê? Já vão descobrir.

Devagarinho, lá chega com água até à cintura. Faz a sua mija e sai elegantemente da água qual baleia Pamela Anderson. Tudo a olhar para a gaja. Porquê? Ora, um glamour só ao alcance de poucos: 

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Depois desta barraca, a gaja decide estender -se ao Sol para secar. Vira -se para um lado.Vira -se para o outro.Começa a doer-lhe o corpo.

Senta -se.

Começa a bufar pois não se sente bem em posição  nenhuma.

Quarenta  e cinco.

Quarenta e cinco minutos depois de ter chegado, a gaja já podia dar o dia de praia por terminado. Eu disse podia porque gaja que é gaja, não dá o braço a torcer e aguenta umas boas horas e não vem embora sem levar com uma bola. Ou duas.

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A gaja e a Páscoa

por Pequeno caso sério, em 19.04.19

A gaja não gosta da Páscoa e acha que é mais uma desculpa para se enfardar à grande. Mesmo bom para acrescentar às calorias que ainda não  se perderam graças ao nascimento do menino . Aliás, a gaja começa a olhar para estas figuras com desconfiança.Primeiro nasce, come - se até rebentar.

Depois morre e ressuscita, e também se enfarda.

A gaja começa a perceber porque é que andava tudo de vestes até aos pés...

 

A Páscoa,tal como o Natal,transforma as 'ssoas em pequenos Gremlins.Filas intermináveis nos supermercados para comer merdas que se podem comer durante o ano todo.

Se pensarmos bem, a comida desta época é...parva.

O folar cola - se ao céu da boca e se pensam que podem aproveitar o ovo cozido que lá vem, esqueçam. Aquilo é coisa para ter vários quinquilhões  de salmonelas.Caiam na tentação e depois vão ver o que é apanhar uma valente caganeira. Não é que a gaja já tenha passado por isso. Não senhor. Mas ouviu dizer.

E as amêndoas? Outra merda. Ou têm toneladas de açúcar ou os bocadinhos enfiam - se em buracos que nem sabiam que tinham nos dentes. Sobram as de chocolate. Really? Querem mesmo arriscar? Olhem que acabam no mesmo sítio do ovo cozido do folar...

Passamos ao cabrito. Ou ao borrego.Com umas belas batatinhas assadas no forno...

Outra invenção do demóine que engorda só de olhar. Já para não falar do cheirinho a borregum que fica entranhado. Não que a gaja coma. Não senhor! Contaram - lhe.

E os ovinhos de chocolate, hum? Todos 100% cacau. Uma merdavilha. Deve ser para fazer pendant com a merda de "surpresa" que lá vem dentro. A gaja não come nada dessas coisas, como é óbvio. Mas disseram - lhe. E a gaja é uma crente naquilo que as 'ssoas lhe dizem.

 

E para terminar, a gaja deixa no ar uma pergunta e que tem que ver com um dos símbolos desta época :

Quem foi o gajo (sim porque isto é coisa de gajo) que se lembrou de associar um coelho e ovos, hum? 

Tudo bem que os coelhos sejam animais fofinhos e-tudo-e-tudo MAS daí a pô - los a cagar ovos de chocolate...

A propósito de coelhos, a gaja conhece um que foi lambão aviou  sozinho três ovos cozidos(de folar),meio quilo de amêndoas e,para rebater,um ovinho de chocolate com 500grs.

Adivinhem onde está agora?

 

Exato.

 

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Não se preocupem que ele guardou-vos um lugarzinho.

             

           Boa Páscoa ! 

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A gaja e o telemóvel partido

por Pequeno caso sério, em 20.02.19

A gaja não partiu o telemóvel mas não se admirava que o próprio telemóvel se amandasse ao chão num ato de desespero depois do que lhe fizeram.

 

A gaja acha que se fosse o telemóvel do Conan Osíris e visse o dono com o faqueiro de ouro da 'ti Cremilde agarrado à focinheira , não esperava que ele o partisse a ligar para o céu e mandava-se ele próprio para uma sanita cheia de mijo. Assim como assim, depois de lavadinho, podia ser que recuperasse alguma dignidade.

 

A gaja compreende que o preço dos telemóveis caia a pique depois desta brincadeira pois ela própria, se fosse O telemóvel do Conan, também se vendia por tuta e meia a alguém que o levasse para longe, bem longe, onde ninguém soubesse que teve um bailarino (?) a dançar (?) ao som de uma música feita em sua homenagem. Até podem dizer à gaja que aquilo é dança contemporânea mas a gaja acha que são só espasmos intestinais, daqueles mesmo bravos. Nada que um Buscopan  não resolvesse e escusávamos de ir à Eurovisão com dores. Sim, porque a gaja acredita que o Conan vai à Eurovisão. Se a galinha gorda ganhou o ano passado porque é que o Conan não pode, hum? A gaja acha que é preconceito e que se o Conan cantasse (?) a mesma merda mas em inglês , já não havia mal . Realmente, I broke my cell phone , é logo outra loiça.

 

 

Finalmente , a gaja acha que , lá por a gaja não gostar, não quer dizer que não preste. A gaja não tem estudos para avaliar isso. Mas a gaja já viveu o suficiente para saber que para passar de besta a bestial, é só preciso falecer. Basta que recordemos António Variações.

 

 

A gaja conclui então que, de toda a paródia que já ouviu e leu acerca do assunto, o melhor mesmo está aqui em baixo. A gaja recomenda que ouçam até ao fim .

A gaja ouviu enquanto conduzia e verteu uma pinga de xixi.E esborratou o rímel. Não foi bonito mas aconteceu. A gaja sentiu-se vingada pela tormenta que passou em pleno Coliseu de Roma enquanto esperava para entrar debaixo de um escaldante Sol de Agosto e foi bombardeada de 5 em 5 segundos por vários monhés que gritavam aos seus ouvidos "Water! Water! Fresh Water!" . Só por isso, obrigada Nilton.

 

 

#inchemchamuças

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A gaja e o casados à primeira vista

por Pequeno caso sério, em 22.11.18

A gaja tem andado em pulgas para falar nisto. 

Esperou o tempo suficiente para conseguir ter algo a dizer e eis que chegou a hora de revelar ao mundo que gosta do programa "Casados à primeira vista".

Desde a primeira edição do Big Brother que a gaja não se viciava num reality show. Foi desta. 

Começou por ver as edições estrangeiras e quando soube que ia dar em Portugal pensou que a coisa não tivesse candidatos suficientes. Mas teve. E ainda bem.

A gaja tem lido muita coisa sobre o programa e 90%das vezes é sempre para falar mal. O facto é que tooooda gente diz mal , mas vê. A gaja pergunta - se se aqueles que dizem mal teriam tomates para se expor daquela forma.Pois.

 

Falemos então do que realmente interessa : os concorrentes. Como a gaja é gaja vai já atalhar caminho sem dó nem piedade:

 

Daniela- uma xoninhas que um dia acorda sem uma parte do corpo. Na volta ainda se ri e acha fixe.

 

Ana- não sei se o valor mensal de casting cobre o que tem de aturar. A gaja se fosse ela já tinha cuspido fogo assim como não quer a coisa. Ficava viúva e ia comer o Dave.

 

Graça - a mais sensata das quatro embora não queira ver o óbvio.Aos poucos vai - se deixando enrolar e tarda nada está a lavar cuecas e a coser meias.

 

Eliana - além de estar toda agrafada não fode nem sai de cima. Literalmente.

 

Daniel- versão do xnês do Mr. Grey. Psicopata sibilante. Acha - se mais do que é. Fusiveis todos queimadinhos.Precisava de um bom estágio num pré escolar para aprender a não fazer birras.

 

Hugo- versão do xnês do Gustavo Santos sendo que o original já é péssimo. Noutra vida deve ter sido um cão pois passa o tempo a correr atrás do rabo. Fala...Fala...Fala...mas não diz nada. Está rebarbado desde finais do século passado e se tem a sorte de conseguir molhar o pincel não vai conseguir fazer nem uma das posições do kamasutra que tanto apregoa.

 

José Luís - conde das antas. Antiquário. Pois.' Tão não é ? Não . O conde não passa dum cinquentão falido, menino da mamã, machista que vive da exploração alheia. Um verdadeiro chulo que já percebeu que se enganar mais esta, está safo .

 

Dave- Peter Pan de Cascais. Cabelo p'ra lá de ...coise que impede qualquer ser humano levar a sério uma única palavra que diz. Precisava de ter tomates e encostar a agrafada à parede e dar- lhe uma trancada. Ela, embora não admitisse, ia apreciar muitíssimo. 

 

'Tão mas a gaja não torce por nenhum casal? 

Torce.

Apesar de tudo, a gaja queria muito ver se a trancada resolvia aquela tensão ou não pois acredita que há ali qualquer coisa. Se não houver, o Peter Pan de Cascais pode sempre comer a Ana cospe-fogo que acredito, não se importaria nadinha.

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A gaja e as moscas de Serralves

por Pequeno caso sério, em 27.09.18

A gaja chega a casa toda empapada do calor sem vontade para nada a não ser atirar-se para o sofá e não consegue imaginar nenhuma atividade que lhe dê qualquer tipo de prazer. NE-NHU-MA ! 

Apesar de estar em modo caracoleta, as tarefas domésticas lá estão, à espera que a gaja lhes pegue.

Contrariada, a gaja dirige-se à máquina da roupa e prepara-se para enfrentar o calor abrasador que ainda se abate sobre a sua janela.

 

Dasssss...mais o caralho da roupa...era só o que faltava...depois de um dia de trabalho ainda ter de levar com esta merda !

 

 

A gaja abre a janela.

 

 

A gaja fica incrédula com a pouca vergonha que se passa na sua corda da roupa debaixo de 36º graus...

 

 

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A gaja , qual diretor vesgolho de Serralves, abana a a corda da roupa e estraga a festa das duas moscas que fizeram parte da obra de Robert Mapplethorpe.

 

Uma verdadeira empata-fodas, esta gaja!

 

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A gaja e os colchões de praia

por Pequeno caso sério, em 12.07.18

A gaja não gosta de colchões de praia porque , em primeiro lugar, são perigosos. Uma 'ssoa deita - se em cima daquilo e quando dá por ela, esbardalha - se ao comprido dentro de água. E só as gajas sabem como de lá saem glamorosas com o cabelo colado à cara ou com uma mama de fora do biquíni. 

Depois, há a questão do transporte. É preciso ter pachorra para andar a desfilar com um flamingo "xxl" debaixo do braço. Ou um donnut. Ou uma fatia de melancia. A gaja gostava de perceber como é que levam aquela merda dentro do carro. Parece que já estou a ver: uma família de quatro pessoas, no final de um dia de praia, mais os sacos, tudo atafulhado dentro do carro mais o cabrão do flamingo com dois metros de altura por um e meio de largura. Uma alegria.

A gaja sabe que há colchões que se enchem à boca ou à bomba mas ambos lhe causam repulsa. Os primeiros por causa da baba (blhéc!). Os segundos porque há poucas coisas tão deprimentes como um ser humano semi nu a dar à bomba. É só usar a imaginação e perceber que, em ambos os sexos, há sempre qualquer coisa que...abana. E não são as orelhas.

 

Por ultimo a gaja sublinha que acha muito parva a imagem representativa das férias para  99,9% das 'ssoas : alguém escarrapachado ao SOL em cima de um colchão de praia no meio de uma piscina (ou mar).

Toda a gente sabe que o Sol faz muito mal MAS como a gaja é muito boazinha, conseguiu arranjar o melhor de dois mundos:

 

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 A gaja sublinha que o modelo apresentado pode sempre ser (re)utilizado como meio de transporte para a outra vida. Pensa em tudo, esta gaja.

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A gaja e as balanças

por Pequeno caso sério, em 16.05.18

A gaja não gosta de balanças porque são como aquelas ' ssoas que dizem o que não queremos ouvir.

 

A gaja teve (durante anos) uma balança analógica e sempre que a usava era o mesmo fado. Bah, esta merda não está certa. Para além disso tenho de tirar dois quilos para a roupa . A gaja um dia deu - se ao trabalho de pesar a roupa e percebeu que é mais uma estratégia que as gajas arranjaram para se iludir. Lá diz o ditado que o pior cego é aquele que não quer ver. A gaja acha que  o cabrão que escreveu isso podia ter ido à merda e ter levado as balanças com ele.

 

Um dia a gaja lá se convenceu que mudar para uma balança digital é que era. Ali não havia dúvida nem margem para erro. Mais valia ter ficado 'sogadita. A gaja arranjou maneira de apanhar camadões de nerves e houve um dia que ia enfartando quando alguém inadvertidamente carregou no botão do peso que mudou de Kg para Lb.

 

Outra vez  a gaja descobriu que o sogro tinha na sua garagem -local que merecia uma reportagem no Discovery Chanel-uma balança antiga, daquelas que têm duas peças em metal que precisam ficar alinhadas com recurso a dois pesos , um para os quilos e outro para os gramas. Vai daí a gaja decidiu experimentar. Resultado: nunca mais foi à garagem do sogro.

 

Outro fenómeno intrigante no domínio desta temática são as balanças de farmácia. Não só estão estrategicamente colocadas em locais centrais, para que toda a gente possa testemunhar esse ato de verdadeiro orgulho que é uma gaja a pesar-se, como ainda debitam ordens muitos decibéis acima do recomendado. Como se isto não bastasse, as putas anda cospem um papel onde imprimem o peso ideal e o real. Deve ser para a 'ssoa emoldurar e pendurar na parede da sala. Um taco de beisebol e a gaja exemplificava o que fazer com essas máquinas do demóine.

 

Contas feitas,  a gaja elucida as mais confusas que há apenas  uma maneira de fintar a balança.

Fechar a boca?!  Nã.

Nada disso.

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A gaja e o cabelo

por Pequeno caso sério, em 08.05.18

A gaja tem uma coisa com vida própria na cabeça a que as 'ssoas normais chamam cabelo. São apenas três pêlos, é certo , mas três pêlos que esgotam a paciência da gaja logo de manhãzinha . 

 

O "cabelo" da gaja tem de ser lavado dia-sim, dia-sim MAS graças a uma marca que começa em "K" e acaba em "ane" que inventou uma coisa chamada champoo seco, a gaja passou a conseguir lavar o cabelo dia-sim-dia-não e fazer uma coisa aparentada de rabo-de-cavalo.

Ora sucede que quando a gaja apanha o cabelo, ficam uns cabrões de uns cabelos  fios espetados que não são compridos o suficiente para apanhar . E ali ficam eles, os sacanas, quais antenas espetadas a fazerem a gaja parecer um pirilampo mágico.

Gel.

Espuma.

Cera.

Laca.

 

A gaja já tentou de tudo mas o certo é que os cabrõezinhos não baixam de jeito nenhum. 

Agora digam-me lá como é que alguém leva a gaja a sério nestes preparos? Pois. Deve ser ( também) por isso que a gaja diz, pensa e faz tanta maluqueira.Assim como assim ninguém a leva a sério mesmo mais vale aproveitar isso a seu favor. Tudo por culpa de três pêlos cagados.  

 

Andava a gaja a pensar numa maneira de fazer a folha aos cabrões dos pintelhos cabelos pequenos quando recebe uma imagem que resume  toda a sua a sua existência.

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 A gaja aceita sugestões para domar as feras.

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A gaja e os pés

por Pequeno caso sério, em 02.05.18

Ponto prévio : a gaja detesta que lhe arranjem as unhas dos pés. E os pés em geral.

Só de pensar na lima a passar na unha a gaja fica com os pêlos do cu todos eriçados.Ainda assim, 'tarda nada é preciso pôr os dedos de fora e  a gaja  ainda não tem os pés decentemente arranjados em virtude do que foi explicado no ponto prévio.

 

Já aconteceu a gaja receber um convite inesperado e ter de pintar apenas as unhas dos dedos que saiam fora dos sapatos. Das cinco, só tinha pintadas duas : o dedão e o seu vizinho. Se tivesse de tirar os sapatos, passaria mais uma  a vergonha da sua vida, o que, felizmente não aconteceu.

Outro problema são os calos entre os dedos mindinho e seu vizinho que na certa foram mais uma invenção do demóine pois a gaja nunca encontrou razão de ser para aquela merda... exceto se for uma afirmação de personalidade do dedo mindinho , do tipo, "ah sua puta, passas a vida a encafoar-me dentro de sapatos e botas?Não me ligas nenhuma durante meses,não é? 'tão agora já vais ver como elas te mordem, porca!"

 

A gaja também se passa um bocadinho e as pernas do marido da gaja também com os calcanhares gretados. Usa no banho uma pedra trazida de Atenas que é o equivalente à nossa pedra-pomes mas como é estrangeira, parece melhor. Não é. Os calcanhares da gaja continuam a  parecer uma barba com 8 dias.

 

Posto isto, a gaja andou a matutar numa maneira de resolver todos estes problemas de uma forma rápida. 

 

'Tão não é que encontrou?

 

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