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Uma anedota por dia, não sabe o bem que lhe fazia #53

por Pequeno caso sério, em 30.04.21

Um leão, um veado e um macaco estavam juntos quando o leão sobe a uma pedra e anuncia alto e bom som para que todos pudessem ouvir:

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É só para avisar que hoje estou com muita fome e vou comer um animal cujo nome começa por "V"!

O veado, que era a loira lá do sítio, começa a dançar todo contente.

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Intrigado com tanta burrice, o macaco pergunta: 

Mas tu ouviste o que o leão disse?!

- Ouvi "vacaco" ! Não fujas não que 'tás fodido.

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Primeiros resultados do ensino à distância

por Pequeno caso sério, em 29.04.21

Toda a gente sabe o drama que é arranjar alguém competente e cumpridor para fazer obras em casa. Tudo uma cambada de aldrabões a começar no arquiteto e a acabar no trolha.

 

Ora, tendo isso em conta, Arlete foi à procura e encontrou um arquiteto que lhe pareceu competente e, mais importante que tudo, não lhe cobrou um rim pela reforma que pretendia fazer na cozinha.

Toda contente, partilhou a novidade com asjamigas num grupo de Whatsapp.

Os dias foram passando e a Arlete nunca mais disse nada sobre o assunto. 

Uma das amigas estranhou o silêncio tendo em conta o entusiasmo inicial e resolveu perguntar :

- Então Arlete, como vai essa obra na cozinha?

- Já acabou.

- Já ?! 'Tão mas tu falaste nisso há quinze dias...e já acabou?!

- Já.

- Foi super rápido então! 

- Foi.

- E ficou bom o trabalho?

- Ficou mais ou menos...

- Mau. Mais ou menos como? 

- Eh pá...chego à conclusão que se calhar não foi muito boa ideia ter contratado um arquiteto recém licenciado.

- És mesmo parva! Que preconceito é esse? Todos temos de começar por algum lado não? Ou tu eras assim tão competente quando começaste?

- Não, não era. Mas se calhar não foi muito prudente da minha parte contratar alguém cujos dois últimos anos de curso foram on line...

- Mas porque é que dizes isso?! Então o rapaz lá teve culpa da merda da pandemia?!

- Não, não teve culpa. Mas eu também não...

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Do not disturb

por Pequeno caso sério, em 28.04.21

Sabem aqueles sinais que se penduram nas portas dos quartos de hotel? 

 

 

Esses mesmo.

Têm como função, como o próprio nome indica, mostrar a quem os vê que não se quer ser interrompido por nenhuma empregada de limpeza. Nem ouvir as 'ssoas que estão no quarto ao lado do nosso baterem com a porta do seu próprio quarto como se se tratasse de uma bomba proveniente de um ataque terrorista, ou , quiçá , se não for pedir muito, que saiam do quarto em silêncio até ao elevador ao invés de parecer que estão ali a participar num casamento cigano. 

 

E pendurar aquela merda na porta resulta? Claro que não.

 

O que passa na cabeça na cabeça desta gente deve ser "´Sa foda! Estou de férias! Querem dormir, fiquem em casa!" 

 

Querem lá eles saber se na véspera andámos 400km a pé quando habitualmente fazemos 50m desde a secretária à fotocopiadora.  

Querem lá eles saber se na véspera comemos uma merda qualquer que nos pôs durante toda a noite a cagar de esguicho.

Querem lá eles saber se na única semana que temos de férias marcadas há um ano uma das nossas malecas de saúde resolve aparecer para chatear, a puta.

E é muito isto, pois é?
ERA, minha gente. ERA.

É que durante este tempo todo confinada andei a remoer nisto e acho que descobri uma maneira de tornar aqueles sinais MESMO eficazes:

 

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Se no hotel não resultar sempre podem aproveitar a ideia e pendurar na vossa cadeira do trabalho. Garanto que o chato do Esteves da contabilidade não vos mói tão cedo.

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Olhar e ver.

por Pequeno caso sério, em 27.04.21

Agora que vamos desconfinando devagarinho (uns mais devagar que outros é certo), aos poucos, retomaremos as atividades que há muito deixámos para trás e que nunca pensámos algum dia sentir falta.

Teatros, cinemas, concertos, tudo regressará no seu devido tempo.

E queira Deus que toda esta secura nos tenha trazido a sabedoria necessária para apreciar realmente aquilo que temos à frente. É que parecendo que não, uma coisa é olhar...e outra é VER.

 

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Cheiro a cocó. Toda a verdade...ade..ade...ade.

por Pequeno caso sério, em 26.04.21

(não sendo uma coisa saída da minha cabeça, bem que poderia ter saído)

 

Dica:

Se o teu namorado /parceiro /marido / está sempre a ir à casa de banho e regressa sem cheirar a merda nem tão pouco deixou o dito aroma na referida divisão da casa, então talvez tenha chegado a hora de verificar as mensagens no telefone dele.

Ah, e se as tuas suspeitas se confirmarem, faz-lhe pasta para o jantar

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Para estas e outras dicas de vingança ,já sabem😉.

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Bebé a bordo

por Pequeno caso sério, em 23.04.21

Durante o confinamento Arlete brincou muuuuuito com a cobra zarolha.

Entocou o safio.

Fartou-se de despentear o palhaço. 

Praticou muito karaté alentejano. 

Andou no tufa-tufa.

(ok.acho que já perceberam a ideia😁)

E no que é que tanta animação resultou? Exato. Engravidou.

Ora, Arlete queria dar a notícia ao namorado de uma maneira original longe do clássico teste de gravidez embrulhado como presente.

Como o namorado gostava muito de comer, ela sabia que a novidade teria que passar pela comida. 

Pensou.

Pensou.

Pensou.

Até que encontrou uma maneira de dar a boa nova ao namorado fugindo ao óbvio. 

Tudo o que precisou foi disto :

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e disto:

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Não estão a ver como, pois não?

Era de esperar. Sabem nada 'taméin 🙄

 

Eu mostro:

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Equilíbrio

por Pequeno caso sério, em 22.04.21

Hortense e António, eram casados há mais de 50 anos.

Viviam numa aldeola perdida no interior onde tratavam da terra e de meia dúzia de animais.

Amavam-se (ou será acostumaram-se?) e odiavam-se na mesma medida.

Tinham dias em que adivinhavam o pensamento um do outro e dias em que olhavam para as facas com segundas intenções. 

Filhos criados e já fora de casa, para o bem e para o mal, Hortense e António viviam um para o outro.

E se perguntassem a António o que Hortense era para ele, a resposta era sempre a mesma:

"A 'nha Hortense? A 'nha Hortense é o meu equilíbrio! "

Awwww...❤

Um romântico este António, pois é?

Não, não é, estupor do velho. 

 

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Então Pequeno caso sério...

por Pequeno caso sério, em 21.04.21

...'qué que tens a dzer sobre a sangria desatada nos centros comerciais? - perguntam vocês a ver se atiçam a louca. E conseguiram porque a louca tem duas coisas a 'dzer.

 

Primeira:

Fico fodida com a irresponsabilidade das pessoas. Queira Deus que daqui a quinze dias não esteja tudo confinado outra vez com roupa que nem tão cedo verá a luz do dia e mesmo quando isso acontecer, já não servirá de tão gordas que estarão. Bem feita.

 

Segunda:

É assim que se percebe a verdadeira capacidade de resistência das 'ssoas.

Meia-maratona?

Urgências?

Pfffffff. Isso é para meninos.

 

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'Quié?  O xnês não sabe falar? Queriam o quê à porta da Primark? O Diogo Infante, não? 

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A desilusão

por Pequeno caso sério, em 20.04.21

Aurélio e Cesaltina conheceram-se on line.

Passados alguns meses desde o primeiro contacto, decidiram passar do virtual para o presencial.

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Quebrado o nervosismo inicial e uma garrafa de vinho depois, os filtros foram-se, e a conversa aqueceu :

Aurélio- Sabes, consigo ser um verdadeiro animal na cama...

 

Cesaltina- Hummmm...um animal...

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...ai que a coisa promete! E que animal és tu na cama? Um tigre?

 

Aurélio- Um tigre? Não! Um koala. 

 

Cesaltina- Um Koala?! 

 

Aurélio- Sim , consigo dormir 22 horas se-gui-di-nhas.

 

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Vidas que dão um filme

por Pequeno caso sério, em 19.04.21

Estar atrasada e pisar merda de cão à porta do carro.

Vir carregada com compras e rebentar a asa do saco espanhando o seu conteúdo incluindo ovos.

Partir a chave na fechadura.

Podíamos continuar mas acho que já perceberam o conceito para exemplificar aqueles dias em que pensamos "nã, esta merda não me está a acontecer" ou "foda-se, contado ninguém acredita" ?

Esqueçam. 

Mas esqueçam mesmo que o que vos trago hoje bate qualquer bizarria que já vos tenha acontecido na vida e põe qualquer argumentista de novela no chinelo. Mesmo das mexicanas.

 

Partilho convosco uma coisa que vi este fim de semana e que creio vale a pena ser difundida.

Uma hora e trinta e sete minutos de "Wtf?!" consequtivos. E quando pensamos que a coisa é incrível demais para ser verdade, continua. Mas em mau. Em muito mau pois revela-nos o lado mais sórdido do ser humano. E acreditem, a este respeito, ainda há muito que desconhecemos, o que pessoalmente me assusta muito.

 

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Sem revelar muito, o documentário conta a vida de três gémeos separados à nascença em 1961 e que por acaso (e depois não querem que acredite nestas coisas🙄), anos mais tarde, se descobrem.

A partir daqui elaborem a história mais mirabolante que conseguirem que vos garanto, ficará a milhas da realidade.

 

Depois disto vou bater na boca três vezes antes de dizer que as merdas mais esquisitas vêm todas cá calhar. E vocês deviam fazer o mesmo.

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