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Envelhecer como uma......................ameixa

por Pequeno caso sério, em 16.10.20

Não sei se já repararam mas o tempo arrefeceu bastante de um dia para o outro. Eu não teria dado conta não fosse o chispe que parti há cinco anos dar sinal. As costas também se queixaram. Os joelhos, invejosos, também têm falado muito comigo, sobretudo pela manhã. E o cabelo que misteriosamente tem desaparecido da minha cabeça finalmente decidiu aparecer nos tapetes do carro.

Aos vinte anos não nos queixamos de nenhuma destas maleitas e estamo-nos bem cagando para as mudanças climatéricas repentinas. Então porque é que aos quarenta e sete isto passa a ser assunto? Porque no outro dia me dei conta que os cinquenta estão ali à espreita e não sei se estou preparada para envelhecer. A não ser que encare esse processo da perspetiva de uma  ameixa, e aí sim,  talvez a coisa se torne mais fácil...

- Uma ameixa?! Ó Pequeno caso sério, mas que caraitas tem o envelhecimento a ver com as ameixas?!?- perguntam vocês com esse ar de porteira de bata traçada, xnélo com meia da raquete e cabelo amarfanhado atrás como se tivesse levado uma bolada.

E eu respondo:

Tem tudo, minhas amigas, tem tudo:

 

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Ah...estava a ir tão bem,pois estava? Lamento.

(mentira. não lamento nada)

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Más energias? Os cristais resolvem.

por Pequeno caso sério, em 15.10.20

Acho piada às 'ssoas que tomam decisões (importantes ou nem por isso) baseadas em "coisas" que búzios, cartas com bonecos, mapas astrais, signos e videntes(?) que nunca viram antes ditam.

E acho ainda mais piada àquelas 'ssoas que andam com um fio ao peito com um determinado cristal porque dizem que as protege.

Olhem migas, a única utilidade que vislumbro em usar um cristal ao peito é porque de facto afasta as pessoas com más energias. Como?

É agarrar nele e atirá-lo com toda a força!

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Como manter amigos. Ou talvez não.

por Pequeno caso sério, em 14.10.20

Todos nós temos aquela amiga brutalmente honesta que nos diz não o que queremos ouvir mas sim o que precisamos ouvir.

Há quem as considere umas bestas, normalmente desprovidas da capacidade de manifestações de afeto e que chegam a roçar a má educação mas eu, prefiro-as assim. Mil vezes uma verdade pelas ventas do que uma doce mentira.

O problema é que no meu grupo mais restrito de amigas, essa "besta" sou eu.

Maneiras que no outro dia uma amiga manda-me uma imagem acompanhada da seguinte nota:

"Vi isto e se não fosse a fotografia jurarava que eras tu! "  

 

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Pequeno caso sério a fazer amigos desde 1973. Prazer. 

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O mistério do Centro de Saúde

por Pequeno caso sério, em 13.10.20

Nesta época de Covides todo o cuidado é pouco e principalmente no que diz respeito às saídas que não sejam absolutamente essenciais.

Ainda assim, Neusa Marisa, solteirona heterossexual na casa dos entas, todos os dias se deslocava ao Centro de Saúde do local onde vivia*.

 

Ou eram as costas;

 

Ou era a cabeça;

 

Ou eram os olhos que desfocavam;

 

Ou eram os joanetes que lhe davam dores medonhas e a obrigavam a andar de xnélos;

 

Enfim, tudo e mais alguma coisa servia de razão para atrair Neusa Marisa ao Centro de Saúde.

Passava lá horas e nunca reclamava...nem que fosse a ultima a ser atendida. Aliás, até gostava.

Dizia que ir ao Centro de Saúde a acalmava e lhe trazia muita satisfação. E se estão a pensar que estava apaixonada pelo médico de família , fiquem a saber que quem a atendia era uma médicjá reformada que estava no Centro de Saúde em regime de voluntariado nesta altura tão complicada.

 

Então o que levaria diariamente Neusa Marisa ao Centro de Saúde?

 

E aquele asterisco manhoso ali em cima que vocês nem repararam? Será que tem alguma coisa a ver com a história de Neusa Marisa?

Tem. Óbvio que tem.

É que para compreender o mistério do Centro de Saúde e o desfecho da história de Neusa Marisa talvez faça toda a diferença saberem que morava nas Caldas da Rainha...

Porquê?

Bem, isso agora já depende de vocês e desse dedinho maroto que usam para fazer scroll...

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Eu se fosse vocês, certificava-me que ninguém estava por perto...

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Têm a certeza?

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Depois não digam que não avisei...

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Senhores que dão os nomes aos medicamentos...

por Pequeno caso sério, em 12.10.20

...esclareçam-me uma coisa :

Como é que vocês escolhem o nome dos fármacos ?

Apanham uma moca antes?

Pensam num nome e depois escrevem-no ao contrário?

Escolhem o que acham mais parvo "orelhudo" ?

 

Juro que não percebo mas seja como for obrigada pois já me proporcionaram umas belas gargalhadas. Quase tantas como as que dei ao ver estes bloopers do mestre Herman no minuto 4'35.

E vem isto tudo a propósito de quê? De um suplemento que apareceu como sugestão no meu feed do facebook

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Pinox.

Repito: PINOX.

 

Finalmente uma caixa que a 'ssoa olha e sabe exatamente para o que serve.

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U sexy motherfucker…

por Pequeno caso sério, em 09.10.20

O post de hoje requer banda sonora para conseguirem entrar no mood (podem ir diretamente para o 1m e 40 s' que eu sei que estão a trabalhar e o chefe pode aparecer):

[O cagatacos do Prince nunca desilude. Há por aí outracagatacos igualmente boas que continuam à espera de ver reconhecido o seu talento mas como não têm bigode, não usam botas compensadas com salto de '9 nem têm espasmos ao dançar, é o que se vê. Por acaso até acho que vocês conhecem "alguém" que encaixa na descrição mas isso agora não interessa nada.]

 

Dado que o preâmbulo vai longo e por esta altura já devem estar imbuídas do espírito da coisa, apontemos o foco para o sítio certo: 

 

Ainda que por pudor poucas o admitam, sabe muito bem quando, sete anos depois dos 40, a nossa pele continua a captar atenção e a despertar o desejo alheio...

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Obrigada mosquitos!

 

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Tatuagens: coragem ou falta de parafusos? Você decide.

por Pequeno caso sério, em 08.10.20

Sempre tive um fascínio por tatuagens...principalmente se for no corpo dos outros.

Acho que é preciso ter um grande par de tomates para alguém se submeter a um processo doloroso de forma voluntária e eu, caguinchas confessa, não estou para aí virada. Para além disso, uma tatuagem é uma coisa tão permanente que , para mim, não dá.

A vida já me ensinou que NADA é definitivo e portanto, um desenho que hoje pode fazer todo o sentido, daqui a uns anos pode ser só ridículo. Também se pode tirar mas lá está, se fazer dói, tirar dói em dobro o que para as caguinchas como eu, não é opção. 

E  por falar em coragem (ou será falta de noção?) consegui organizar um TOP5 muito jeitoso.

 

É ver, absorver e aplaudir.

 

 

Categoria "Vou aproveitar um defeito de fabrico e em vez de me lamentar, tirar proveito":

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Categoria "Fui fazer a tatuagem à Jessica Sofia que chumbou sempre a Inglês" 

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Categoria " Tatuei uns caracteres xnêses e fodi-me porque não usei o Google tradutor ANTES "

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Categoria "Garanti lugar vitalício nas ultimas filas nos aviões."

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Categoria "Estava bêbado e deu-me para a poesia. O tatuador bebeu tanto como eu...mas que tem uma letra bonita, lá isso tem."

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Uma anedota por dia, não sabe o bem que lhe fazia #47

por Pequeno caso sério, em 07.10.20

Alentejo profundo.

Compadre Zéi  'tava ajudando o compadre Firmino serrando umas tábuas 'pa fazeri uma vedação 'pás avestruzes nã fugirem.

E diz o Zéi:

-Ai compadri, o terreno é grandi...já tá ali um monte de tábuas jêtoso mas vomecê já viu quantas tábuas ainda vamos ter de serrari?

E responde o Firmino:

-Se ê já vi?! Atão nã havera de veri?! O terreno é meu porra! Mas nã há volta a dari! Sê quero as avestruzes a salvo, tem de ser assim!

E retorquiu o Zéi:

Eh compadri e s'as maganas dão em correri quem é que as apanha?! É maganas d'um cabrão que são rápidas!

E remata o Firmino:

É verdadi compadri! Aquelas maganas correm tanto, são tão desalvoradas que parece que têm um foguete no cu! É bichos dum cabrão! Olhe, nem de propósito! Veja lá vomecê a velocidade desta maluca que bateu mêmo c'o focinho d'encontro a uma das tábuas c'a gente serrou! 

 

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Então Pequeno caso sério...

por Pequeno caso sério, em 06.10.20

...tu que vês maluqueira em tudo, apostamos que te apanhámos na curva e não vais conseguir descalçar esta bota...

Imagina que vais ao centro de saúde e só estás tu e uma velha na sala. Devido ao Covid, estão prudentemente afastadas uma da outra mas apesar disso, consegues perceber que a senhora está à procura de algo importante no meio da papelada que trouxe consigo. Resumindo: apenas tu e uma pobre senhora aflita, aguardam ser chamadas pelo intercomunicador fanhoso do não menos decadente centro de saúde. Agora dizei-nos cá onde é que está a graça disto?- arriscam vocês confiançudas que desta vez vão sair por cima.

E eu respondo : 

Se fosse vocês não apostava muito ...

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Perguntas que m'apoquentam #5

por Pequeno caso sério, em 02.10.20

Isto do Covides deu-me tempo para refletir sobre muitas coisas.

Dei voltas e mais voltas à cabeça até que por estes dias esbarrei com um pensamento tão perfeito que podia ser meu... não fosse alguém que também não deve jogar com o baralho todo ter conseguido lá chegar primeiro: 

 

Se um chefe no trabalho for infetado com Covid, os que lhe costumam lamber o cu também têm de fazer o teste?

 

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