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Corona. Ou Covid, vá.

por Pequeno caso sério, em 28.02.20

Vi por aí uma ideia excelente acerca do Corona coise que passo a reproduzir.

 

Estão a ver aqueles magotes de turistas xnêses e italianos que chegam a Portugal e vão à sua vidinha na boa sem ninguém lhes perguntar nada ?

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É incentivá-los a visitar a nossa Assembleia da República .

Dizem que é um edifício mûnte linde.

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Inseguranças

por Pequeno caso sério, em 27.02.20

Dois "estranhos" estavam na cena da sedução no lusco-fusco de um bar :

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-Gostas do que vês?

 

-Sim...

 

- Gostas mesmo?

 

-Gosto.

 

-E amanhã de manhã? Vais continuar a gostar?

 

-Vou...

 

- Prometes?

 

- Prometo.

 

- Mexias em qualquer coisa no meu corpo?

 

- Não. Está tudo ótimo...com exceção talvez das tuas mamocas...

 

-As minhas mamocas?! Mas porquê?!

 

- Porque se notam que são falsas...

 

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Bad to the bone

por Pequeno caso sério, em 26.02.20

Zé Miguel tinha 7 anos e estava no auge da fase 'xa-cá-ver-o-qual-é-a merda-que-vou-aprontar-a-seguir.

Fartinha de o avisar para não fazer disparates e uma vez que os avisos não resultaram, a mãe decide tomar medidas mais drásticas e pô-lo de castigo.

Pensou num sítio da casa onde o puto não pudesse causar grandes estragos. Decidiu fechá-lo na despensa.

O tempo foi passando e a mãe começou a desconfiar do silêncio.

Decidiu ver o que se passava...e deu de caras com este espetáculo:

 

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Sim senhor.

Pela primeira vez em muito tempo Zé Miguel fez alguma coisa de jeito. 

Parecia que finalmente tinha aprendido a lição, certo?

Errado.

 

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À rasca com o Carnaval? Pequeno caso sério ajuda.

por Pequeno caso sério, em 25.02.20

Tem filhos pequenos a moerem-lhe o juízo por causa do Carnaval?

Não tem muito jeito e/ou paciência para estas coisas?

É fim do mês e já está à rasca com a guita?

Pequeno caso sério foi à net e complilou umas ideias bem catitas e não muito difíceis de executar : 

 

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Bom Carnaval !

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Ouvir ou não ouvir. Eis a questão

por Pequeno caso sério, em 24.02.20

Aurora e Vicência eram amigas há mais de 50 anos e conheciam-se como ninguém. 

Com o tempo Aurora foi ficando cada vez mais surda e Vicência, apesar de gostar muito da amiga ia perdendo a paciência pois manter um diálogo era cada vez mais complicado:

-Olha lá Aurora, 'qué que almoçaste?

 

-Tens calor? Despe o casaco porra!

 

-Não pá! Perguntei o que é que almoçaste hoje!

 

-Desse casaco não gosto muito...acho que tens outros mais giros...mas tu é que sabes!

 

-Dassss...só queria saber o que é que almoçaste hoje!

 

-Olha, por exemplo, aquele castanho de malha é bem mais giro que esse e fica-te bem melhor!

 

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Quebra correntes

por Pequeno caso sério, em 21.02.20

Já avisei cá em casa que quero ser cremada e as cinzas deitadas num sítio específico por ser encanado por um  vento do demóine mesmo quando não há vento em lado mais nenhum. Porquê?

Porque acho perigoso as minhas cinzas ficarem todas condensadas num só local. Vai que aquilo aduba a terra e sai dali uma espécie rara que depois dá frutos que ao serem comidos deixam as 'ssoas assim para o destrambelhado?! Pois. É melhor não arriscar.

 

Enterrada também não era muito aconselhável. Vai que a bicheza que me comia, sofria uma mutação genética e atacava os visitantes do cemitério que se matavam uns aos outros à dentada? Onde é que iam arranjar espaço para enterrar tanta gente?! Ah pois é! Nestas coisas ninguém pensa, né?

E mais:

Qué que escreviam na minha lápide?

 

"Aqui jaz Pequeno caso sério. Veio contrariada. Mas veio." 

 

Ou 

 

Aqui jaz Pequeno caso sério na esperança da estadia ser breve"

 

 

Pensei nisso também e poupei trabalho à minha família. Se optarem por me enterrar, aqui fica uma opção igualmente válida:

 

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Bengaleiros há muitos! (seu palerma)

por Pequeno caso sério, em 20.02.20

Se há coisa que me dá nos nerves é ver casacos espalhados pela casa...

Maçanetas das portas;

Costas das cadeiras;

Braços do sofá;

Corrimão das escadas;

Pendurados na pega da porta do roupeiro (quando era só abrir a porta e pendurá-los lá dentro🙄🤦‍♀️)

Enfim, tudo serve.

Para acabar com esse flagelo comprei um bengaleiro que está atrás da porta da rua para não haver desculpa. Era só  largar os casaquinhos logo ali, certo? Errado!

Agora, para além dos sítios todos que já referi, ainda tenho o bengaleiro atulhado de casacos logo ali à entrada da casa. 

A bem da verdade é preciso referir que os bengaleiros são todos feios comámerda e pouco resistentes. Aquela merda dá impressão que são uns paus de Mikado atados com um fio.

 

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Tenho a certeza que já dei peidos morteiros que deitariam a baixo esses bengaleiros na boa. Mas não sou a única... que vocês têm ar de quem também dá umas belas peidocas.

Adiante. 

Procurei vários e nada me agradou. Acabei por comprar um resistente mas banal...previsível...sem nenhum fator de interesse. Mais ou menos isto:

 

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Mas afinal o que é que eu queria?

Simples.

Um bengaleiro que servisse o propósito para que foi criado; com suportes em número suficiente para vários casacos; que fosse uma peça de destaque que provocasse uma reação às visitas da casa e que (requsito mais importante!) ao abrir a porta da rua demovesse as visitas indesejáveis, tipo os senhores da MEO  que são chatos comápotassa , ou aquela vizinha cusca que vai pagar o condomínio às dez e meia da noite.

Impossível? 

Olhem que não...

 

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Cinco

por Pequeno caso sério, em 19.02.20

Muitas vezes dizemos que o tempo passa a correr.

Não concordo. Acho que é apenas uma questão de perspetiva: Se estivermos a fazer numa coisa muito chata, o tempo passa devagar. Se estivermos em amena cavaqueira com os amigos, então aí o tempo voa.

Foi isso que aconteceu com este blog que fez por estes dias cinco anos. 

Cinco anos de escrita e de troca de ideias...

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...de "cumplicidades" e de gargalhadas...

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...de desafios e incentivo...

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...de descoberta de gente muito mais maluca que eu...

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Por tudo isto,

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...mas, aqui chegada, há questões que me assolam o pensamento: 

 

Será que tenho pedalada  material para mais um ano de maluqueira? 

 

Será que o que aqui deixo diariamente  consegue arrancar a quem lê a mesma gargalhada que me arranca a mim?

 

Dúvidas, senhores, dúvidas.

É que "isto", meus meninos e minhas meninas, a partir do momento que fizeram o primeiro comentário e o primeiro favorito deixou de ser só para mim. Sim, minhas meninas e meus meninos. A culpa "disto " ter crescido é vossa. Foram vocês que alimentaram o monstro, portanto agora...lidem com isso pois eu 

      NÃO VOU A LADO NENHUM!

 

Para terminar, acho que depois de cinco anos de interação chegou a altura de conhecerem um bocadinho de mim e perceberem o que me leva a ver o mundo da forma tresloucada como vejo.

Preparadas/os?

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Não sei se aguentam...

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Olhem que sou uma brasa...

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Não há por aí cardíacos, pois não?

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Devem ter esses dedinhos bonitos devem...só artroses no indicador e no polegar.Credo.

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Eu avisei que era só um bocadinho... 

Podia mostrar os dois olhos mas com o zoom via-se que o outro olho tinha uma remela.

Também podia mostrar o dedão do pé esquerdo...mas tem um fungo.E o do pé direito tem a unha negra.

Portanto, contentem-se com o olhinho esquerdo que pró ano mostro mais qualquer coisinha. 

Daqui a dez anos, é só montar o puzzle.

 

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Crítica literária. Mas em bom. Em muito bom.

por Pequeno caso sério, em 18.02.20

Desconfio sempre daquelas 'ssoas que leem muitos livros, tipo Marcelo Rebelo de Sousa nos tempos áureos de comentador da TVI.

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Das duas uma: ou não leram porra nenhuma ou leram na diagonal e isso para mim não é ler. Um livro requer disponibilidade e atenção. Se não for assim, então mais vale nem lhe pegar.

 

Tenho pelos livros quase o mesmo respeito que tenho pela comida e confesso que não gosto nada de os emprestar (da mesma forma que fico danada quando me pedem para "provar" o que estou a comer).

nóia é de tal maneira que já em miúda fazia listas com a data e nome do destinatário do empréstimo. Se a coisa demorasse mais de quinze dias pedia o livro de volta sem pudor nenhum.

Mas dizia eu que acredito muito pouco em críticas literárias. Noventa e nove porcento das vezes são apenas e só a visão de quem leu sem que o livro seja necessariamente bom.Ou mau.

- Tão e o outro um porcento Pequeno caso sério?! - perguntam vocês com esse ar de varina com a mão na anca a bater o pezinho.

O outro um porcento dedico à fiabilidade de quem leu o livro e interiorizou mesmo aquilo que leu. Acreditem, não há crítica melhor que essa.

 

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Vou comprar.

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Perguntas que m'apoquentam#1

por Pequeno caso sério, em 17.02.20

Quem foi a primeira pessoa no mundo a ler?

 

E como é que essa pessoa aprendeu a ler?

 

E quem é que ensinou essa pessoa a ler se ninguém sabia ler?

 

E como é que essa pessoa sabia que estava a ler se nunca leu?

 

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Que consumição!

 

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