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Eu queria...

por Pequeno caso sério, em 31.08.18

...ser capaz de escrever um post que vos fizesse rir. Juro que queria. Mas hoje não dá. 

'Tão porquê Pequeno caso sério"-perguntam vocês já à rasca a pensar que me aconteceu alguma muito grave que me levou o sentido de humor.

 

Nada disso. Mas quase. 

 

Não sou capaz de escrever nada divertido porque estou... de "luto".

Queria que este dia nunca chegasse...mas o sacana veio na mesma.

Dei voltas à cabeça a pensar o que escrever na lápide.Não foi fácil mas vai ser mais ou menos isto: 

 

"Aqui jaz o meu último dia de férias de 2018. Será para sempre lembrado como o verão mais bi-polar de toda a minha existência e como aquele que me permitiu regressar ao trabalho exatamente com a mesma cor com que saí.

Paz à tua alma,seu grande cabrão"

 

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E é isto.

Segunda-feira volto.

Ou talvez não. Depende da quantidade de sangue que me sair dos pulsos depois de os cortar.

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Janelas minimalistas. Ou talvez não.

por Pequeno caso sério, em 30.08.18

Já é conhecida de todos os frequentadores deste antro de maluqueira a minha panca com janelas. Maneiras que não perco uma oportunidade para registar com a minha "caralhex 2000 XPTO" (era o que mais faltava fazer publicidade à borla) cada vez que me cruzo com uma interessante. E há tantas por esse mundo fora.

Desta vez foi em Roma. 

Olhei para esta janela e não consegui deixar de fazer  um paralelismo com as janelas da tugalândia por alturas do Natal onde se exibe um velho pendurado numa escada ou então uma bandeira vermelha com Um moço pequeno todo nu embrulhado numa fralda. Bem revelador portanto da maneira como tratamos todos quantos usam fraldas.É pô-los ao fresco que é uma andada!

 

Dizia eu que esta janela captou o meu interesse pela sua ..."simplicidade" e "minimalismo". 

Primeiro a dona -sim porque isto é obra de gaja- decidiu ser diferente de todos os outros inquilinos e pôs um "toldo" que isto de estender a roupa ao Sol faz mal à moleirinha. 

Depois, não satisfeita, encheu a janela com anjinhos.Primeiro um , depois outro, depois mais um que só dois é pouco e quando deu por ela tinha uma creche montada  na janela (a 150€ cada puto,limpava ali mais de um ordenado mínimo sem se chatear nadinha).

Para finalizar, lembrou - se que umas mini colunas e uns arabescos ficavam ali mesmo bem e cá vai disto.

Resultado? 

Quando o marido chegou a casa tapou aquela merda toda com cimento e acabou-se a conversa.

 

 

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Tapetes

por Pequeno caso sério, em 29.08.18

Preciso de um tapete novo para a entrada cá de casa.

Procurei em vários sítios mas não encontrei nada que me agradasse. Quando já me tinha resignado a ficar com o que tenho até ser possível eis que avistei duas possibilidades. Sim leram bem : de nada que me agradesse,  passei a duas opções e agora não sei qual escolher.

Ambos imponentes o suficiente e todas sabemos que a primeira impressão é muito importante e o meu modesto T2  palacete não merece uma ranhosice qualquer.

Maneiras que preciso da vossa ajuda:

 

Opção A)

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 Opção B)

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Nota: escusam de tecer comentários sobre os chispes da segunda foto. Sim são meus. Sim estão inchados de andar. Muito. Demasiado. E se acham que assim estão maus haviam de ver sem a sandalete. É do melhor tirar a sandalete e continuar lá com as marcas feitas pelo Sol abrasador que se fez sentir por estas bandas.

#nuncavenhasaRomanumtombrancolula

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Desperdício

por Pequeno caso sério, em 28.08.18

Não falo na comida que vai fora;

Não falo daqueles produtos que não usamos até ao fim só porque queremos experimentar um novo;

Nem tão pouco falo daquelas pingas de gasolina que  ficam na mangueira quando vamos abastecer.

 

O desperdício de que falo é um nível mais acima e que confirma que Madonna, essa visionária, sabia do que falava nos anos '80 quando envergou a t-shirt que dizia "Italians do it better" . De facto, em termos de desperdício os italianos estão muito à frente. 

Anda uma mãe (neste caso italiana) nove meses a carregar um filho que se torna num belo exemplar do sexo masculino.

Ora em vez de aproveitar a sua beleza natural e fazê -la render o que é que ele decide fazer? Exato. Informa os pais que o sonho da vida dele é ser aparentado de Palhaço Rico ingressa na guarda oficial do Vaticano. 

 

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Depois de estar  uma hora numa fila, debaixo de um Sol escaldante, a ouvir 453 vendedores indianos a apregoar "water! water! Fresh water!", uma ' ssoa dá com isto e percebe finalmente  a verdadeira dimensão da palavra desperdício. 

 

Há coisas que nunca vou conseguir compreender...

 

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Então Pequeno caso sério...

por Pequeno caso sério, em 27.08.18

...e essas férias, nunca mais acabam?

 

'Tá quase, suas invejosas! Também queriam não era? Olha, estudassem!

 

Adiante que este tom  branco lula não se desfaz sozinho.

Sei que devem estar cheeeeeeeeias de saudades minhas por isso cá vai a primeira impressão de uma parte das minhas férias.

 

Vinte anos depois voltei a Roma.

Já lá tinha estado pela lua de mel e resolvemos voltar porque a gajinha não conhecia. 

 

"Ó Pequeno caso sério,  tanto mundo para ver e vais repetir um destino? - perguntam vocês com esse ar indignado. E xoninhas.E um 'cadinho ressabiado. 

 

'Migas, não esperava que os pontos chave de Roma tivessem mudado, ou seja, o Coliseu [e arredores] continua em ruínas, a Fontana de Trevi continua a ser mágica [ e provavelmente o local com mais pessoas por centímetro quadrado] e a Bocca della Verità com aquela sensação de que corremos sempre o risco de ficar sem uma mãozinha. E também não vi o Chico. Ir a Roma e não ver o Papa é só parvo. Ir a Roma duas vezes no espaço de vinte anos e não ver dois Papas , é falta de sorte. Ou mau planeamento. Ou pretexto para lá voltar a terceira vez. 

 

Então o que é que mudou? EU. Já não sou a mesma mulher de há vinte anos e portanto vi tudo com outros olhos. Muitíssimo mais atenta ao pormenor e ao detalhe.São esses detalhes que partilharei esta semana com quem está desse lado já atolado em trabalho. Ou num qualquer transporte público inundado de suvacum. Ou numa retrete. #sousolidaria 

 

Ora a primeira partilha que vos deixo é uma placa com um nome de uma rua/estrada que me remeteu imediatamente para a minha vizinha do primeiro andar. Acho que ia ficar toda inchada se soubesse que em Roma há uma rua/estrada que lhe é dedicada. 

 

 

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Até...um dia destes

por Pequeno caso sério, em 03.08.18

[ quase que consigo ver o vosso ar de desespero a pensar que...]

 

Pois é.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais tarde ou mais cedo acontece a todos os que por aqui andam.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora, calhou - me a mim.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenho isto aqui guardado há muito tempo, maneiras que vai sair assim...à bruta :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       VOU DE FÉRIAS, CARALHO!

 

 

 

 

 

 

 

[olha o ar delas aliviadinho! Sim senhora.Saíram - me umas belas cagonas é o que é! ]

 

 

 

 

Tão e vais para onde,Pequeno caso sério? -perguntam vocês já a arder de curiosidade.

 

TÊM NADA A VER COM ISSO...portanto:

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Mas fiquem descansadinhas que volto. AH SE VOLTO ! 

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Dá jeito ser diferente. Ou será que não?

por Pequeno caso sério, em 02.08.18

Devoro tudo o que é programa sobre reformulação de casas. Não é a minha área profissional mas creio que se fosse, seria igualmente feliz dado que, modéstia à parte, até tenho um certo jeito. A merda é que a  conta bancária não permite grandes ousadias e , assim sendo, há que fazer muito com pouco.

Tenho particular preferência por um programa que passa na Sic Mulher protagonizado por dois irmãos gémeos : um é mediador imobiliário e o outro construtor. Juntos procuram casas velhas com potencial para virarem casas de revista .

 

Quer dentro do programa quer à minha volta , uma das coisas que mais me choca a nível arquitetónico é a falta de coerência no tipo de construções . Podemos ver três ou quatro moradias do mesmo género para logo a seguir aparecer uma toda futurista .

Não gosto.

Acho que a nível arquitetónico ficaríamos todos a ganhar se se mantivesse sempre uma linha condutora. Bem, se calhar todos não.Aposto que os bêbados não serão grandes apreciadores desta ideia. 

 

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A mão que embala o berço... governa o mundo

por Pequeno caso sério, em 01.08.18

Toda a gente sabe o quão importante é dormir e que a falta de descanso pode comprometer atividades tão básicas como raciocinar ou acertar o jato de chichi na sanita.

Ora, nesta altura que se prevê cheia de atividades supé interessantes com fotos a comprovar em tudo que é plataforma digital, mais do que nunca, uma boa noite de sono é fundamental para repor energias.Sim porque isto de ir da cama para o sofá queima para cima de umas 5000 Kcal. Deve ser por isso que estou praticamente anorética. 

Sendo assim, e uma vez que o meu colchão está a dar o peido mestre (muito por conta da loucura do que ali se passa durante a noite...sim 'migas...haviam de me ver dormir...é que nem assim 'tou quieta. Suas porcas. Aposto que pensaram logo outra coisa.) resolvi pesquisar o que de novo existe no mercado.

Minhas amigas, todo um mundo novo por explorar é o que vos digo. Ele é espuma - incluindo a de ultima geração...seja lá o que isso for-  molas biónicas, latex, viscoflex, britoflex, caralhex (não. este não existe. era só para ver se estavam com atenção) e eu sei lá mais o quê.Isto, claro está, influencia a questão da firmeza.Temos direito a simuladores e tudo! Basta introduzir a nossa altura e o nosso peso e sabemos logo qual é a firmeza recomendada. A merda é quando temos a dormir connosco outra pessoa que não o nosso clone...e as características físicas do outro usuário do colchão forem diferentes das nossas.

Isto tudo para vos dizer que acabei mais confusa do que comecei e, assim como assim, acho que vou manter o que já tenho até ele se finar de vez. 

 

-'Tão mas não viste nenhum colchão onde te apetecesse esticar o esqueleto?- perguntam vocês com uma ar já meio enjoado.

 

Não. Mas em compensação vi um que sei que não queria nem dado.

 

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Aquela mãozinha ali dá-me arrepios...quem é que me garante que a gaja não me sufoca durante o sono? Ah pois é!

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