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Não havia nexexidadeeee #9

por Pequeno caso sério, em 19.09.16

(desta vez, sem comentários porque se os fizer, estrago)

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Sandes de atum

por Pequeno caso sério, em 16.09.16

Se têm um  merdas colega que  passa a vida a encanar a perna à rã , a fingir que trabalha , enquanto vocês se esfalfam para cumprir as toneladas de coisas que têm para fazer, não pensem mais como lhe dizer tudo o que vos está atravessado na garganta.

Da próxima vez que vos perguntar se vão ao bar,façam-lhe chegar esta sandocha:

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Hardcore ...da Língua Portuguesa

por Pequeno caso sério, em 15.09.16

Gosto  de asneiras , ou melhor, de palavrões . 

Gosto tanto que passo a vida a empregá - los. Sobretudo mentalmente. Também verbalizo alguns muitos  mas não tantos quanto me apetecia.

Ao contrário do que se pensa, dizer palavrões é um dom .

Não é qualquer ' ssoa que chega e diz um foda - se e' tá feito. Não senhor ! Como diz uma amiga minha , saber dizer um bom palavrão , "es natural"  e sai tão genuinamente como aquele peido que se dá no recato do WC ou debaixo dos lençois quando o sillêncio e/ou a solidão incomoda tanto que temos de fazer prova que de facto existimos.

 

Como sou inquieta relativamente a  questões essenciais à sobrevivência humana , decidi debruçar -me hoje sobre o maravilhoso mundo dos palavrões dado que , pior que ouvir um palavrão, é ouvir um palavrão utilizado num contexto errado. Um desperdício. Dá dó.

 

Vamos falar sobre os mais utilizados e de de que maneira devem ser empregues , usando para o efeito, exemplos práticos.

 

Se são avessos a esta temática ,carreguem ali na cruzinha , adeusinho e até amanhã. 

Se decidirem continuar a ler, estão por vossa conta e risco mas depois não digam que não avisei.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ainda aí estão?!

Suas malucas ! Adoram isto , não é?

'Bora lá que a partir daqui é  a desgraça total.

 

Comecemos pelo "betinho" dos palavrões - "merda" . Toda a gente diz merda. Desde as 'ssoas que batem com o dedo mindinho do pé numa quina de um movel , até às 'ssoas que querem avisar a alguém que está a pisar o risco- "ai a merda!" 

 

Seguidamente vem o "foda-se". Muita gente utiliza  o "dassssss" só naquela de suavizar a coisa. Lamento, não suaviza .Ora  o "foda-se" pode ser empregue nas mais diversas situações como por exemplo "foda-se que este gajo é mesmo chato!" ou então "foda-se que já mudaram os cereais de sítio outra vez!".

 

Na lista, a seguir, vem o "caralho".

Tal como a "merda" pode ser dito em tom de ameaça ,"Ai o caralho! "  de maneira a que a 'ssoa perceba que está mesmo ali na red line e é melhor abandonar o local.

Outra ocasião onde se usa muito o "caralho" é quando vamos carregadas de sacos e precisamos de jogar a mão às chaves de casa e os sacos rebentam deixando os tomates e as meloas a rebolar no hall de entrada do prédio. Ser apanhada pelos vizinhos de cócoras/joelhos não é bonito. O que é que vão dizer às 'ssoas? "estou a ver se acho os tomates que me escaparam. E também não sei das meloas...dá-me uma mãozinha com as minhas meloas?" . Não peçam ajuda. Digam "caralho". Outra situação onde o "caralho" também se aplica é quando já vão atrasadas para o trabalho e enterram o sapato em merda de cão que ficou estrategicamente colocada à porta do prédio e/ou carro. Uma ultima variação muito utilizada é quando dizemos a bonita expressão " 'pó caralho, pá!". De salientar que ao utilizar esta bonita expressão quase sempre o fazemos elevando a voz num tom agudo e gesticulando com a mão e o braço ligeiramente para trás.

 

Quase a terminar a lista (que não é assim tão longa como parece) vem uma expressão que utilizamos não quando queremos que a 'ssoa copule de facto e retire disso algum prazer, mas quando queremos terminar a conversa rapidamente : " vai - 'ta foder !"

 

Por ultimo vem uma expressão que se aplica a gajos, gajas, bichos e objetos : "filha da puta". Ora então cá vai: "filho da puta usou uma ideia minha para brilhar em frente ao chefe" ou "filha da puta da vizinha do 5º andar estendeu a roupa a pingar!"  ou "filha da puta da cadela ladrou a noite toda" ou " filho da puta do carro não pega" .

E pronto. Era isto.

 

Espero que tenham gostado pois foi uma trabalheira escrever hoje . Eu e o corretor automático tivemos aqui um arrufo . Merda... dasssss ,caralho, filho da puta ...deve ter a mania que sabe tudo!!!!

 

(post elaborado com algum carinho na esperança  de captar a atenção de  Sô dona Filipa , essa grande diva da asneirola.)

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Fumar mata

por Pequeno caso sério, em 14.09.16

Não fumo. Nunca fumei.

Sempre tive amigas que fumavam e o sr. meu gajo de vez em quando lembra-se que fuma.

Lido bem com o assunto até porque são  adultos e sabem o que estão a fazer.

Ainda assim, não acho nada bem as imagens "dissuasoras" que constam nos maços de tabaco. Acham mesmo que é assim que vão convencer as pessoas a deixar de fumar?! Pois.

Mais.

Houve logo alguém que, para remediar essa questão , se lembrou de inventar umas caixinhas de cartão que tapam as fotografias e fazer disso um negócio rentável. 

Não sei o que é pior: se ver um buraco numa qualquer garganta, se um  Zebra print . 

Ora porra ! Se era para dissuadir as 'ssoas a deixar de fumar falavam comigo que eu tratava do assunto :

 

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Pendurezas masculinas e femininas

por Pequeno caso sério, em 13.09.16

Eishhhhh...

Aposto que achavam que vinha daqui ordinarice não era?!

 

Pequeno caso sério -1            leitoras -0

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Ikea: a fast food do contraplacado

por Pequeno caso sério, em 12.09.16

A ideia de escrever sobre o tema  surgiu há algum tempo.

Não é fácil porque para além de toda a gente (mediáticos incluídos) já ter falado sobre o assunto  acho mesmo que se trata de um universo paralelo. Concordo com o Ricardo Araújo Pereira que não sabe se o IKEA vende  moveis baratos ou puzzles  extremamente caros.

Assim sendo, o que aqui escrevo não traz nada de novo a não ser a minha visão da coisa.

 

Considero o conceito IKEA uma coisa absolutamente fascinante. Um armazém  self service de peças de contraplacado madeira (e não só) que, depois de montadas , dão móveis  (e não só) que adornam as casas, lojas , escritórios enfim...de tudo um pouco.

Comecemos pelo catálogo. 

Uma 'ssoa tá entretida na sua vidinha quando num qualquer dia de setembro abre a caixa do correio e lá está ele: a bíblia da decoração faça-você- mesmo- e- arranje - um- camadão - de - nerves. Chegamos a casa e começamos a desfolhar . Percebemos que aquele transformer  candeeiro ficava mesmo bem na sala. (pagina 216 no lado direito). Por sorte, mas só por sorte , o nome do criador da peça não tem vinte e duas letras , tipo Johannes orucntityuvieagt yqgtyflyiaqcb.

Então? Ainda não sabem qual é o candeeiro?! Dasssss . Tudo eu! Tudo eu! Tomem lá :

 

Vamos à loja. Só para comprar o candeeiro.

A loja , qual antro de consumo do demóine, tem uns carros medonhos impossíveis de conduzir até pelo Ayrton Senna ,se fosse vivo.

Quando domamos a fera lá vamos nós felizes e contentes pela estradinha tão bem desenhada por forma a que olhemos tudo antes de chegar ao candeeiro.

As salas todas arrumadinhas, as camas todas bem feitas (que  me dão vontade de me atirar lá para dentro e desmanchar aquilo tudo), as cadeiras, as mesas, as cozinhas de dois metros quadrados lindas de morrer enfim...é só escolher.

Os sacanas tiveram a habilidade de nos fazerem acreditar que aqueles 237 frascos de vidro fazem uma falta do caraças lá em casa e, como tal, acabamos por levá-los.De caminho levamos também aquela panela castanha muito gira (WTF??? desde quando é que uma panela é gira?!!). Ah, e uns pratos que os nossos já deixaram de ser um serviço para ser um melting pot . E , já agora, uns talheres , pois lá em casa é coisa que  evapora  com a mesma  frequência que as  meias na máquina de lavar. E um vaso que a planta está mesmo a precisar. E uma moldura que se partiu há sete meses. E umas velas de baunilha que quando chegam a casa não cheiram a nada que são muitas e baratas.

E pronto. Lá chegamos (finalmente) ao candeeiro. Já podemos ir embora . Mas não sem antes enfardar umas almôndegas de carne duvidosa com puré de batata (?!) que a fome é negra  e que , satisfeito o apetite, nos deixarão a arrotar até ao Natal.

Parque de estacionamento , enfiar tudo no carro e ala que se faz tarde que aquele candeeiro vai mesmo ficar um mimo lá na sala e deixar as visitas de boca aberta.

 

Tira-se tudo da caixa, olha-se para as instruções que não batem certo . Tenta-se uma e outra vez .....e ...o lindo candeeiro termina desta forma :

 Ainda bem que trouxe as velas.

 

 

P.S- Para mostrar à minha "vizinha " / comentadora  Cantinho da Casa que , quando digo que escrevo, é porque escrevo. Aproveito para lhe dar os parabéns pela casa nova. Ficou linda. 

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Bate certo

por Pequeno caso sério, em 11.09.16

Na minha leitura matinal (de fim de semana) pela blogosfera dei no quiosque da Joana com um teste curioso. 

Não sou muito destas coisas ma confesso que tive curiosidade. 

O teste pretende "descobrir" a música mais tocada nas rádios no dia em que nascemos. Dá ainda o bónus de sabermos em que dia da semana nasceram (se é que ainda não sabiam). 

Introduzi os dados -e uma vez que nasci a um sábado-  a coisa não podia ter batido mais certo. 

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Cagaço revisitado

por Pequeno caso sério, em 09.09.16

Disse que tinha apanhado um cagaço .

Não expliquei logo porque há coisas que levam tempo a digerir. Que mexem connosco e revisitam medos que queremos fechados a sete chaves.Mas os cabrões estão lá. À espera. Na primeira oportunidade atacam.

Há uns anos um incêndio no predio onde vivia fez com que conhecesse de mim  forças e fragilidades. 

Houve , meses mais tarde , e sem que nada fizesse prever , sequelas físicas que se manifestaram do "nada". Resolvi - as. 

Achava eu.

 

Por estes dias , mais uma vez , o fogo passou perto de mim. Fez disparar todos os sinais de alarme guardados e "esquecidos".

Tornei - me  irracional e deixei que o pavor tomasse conta de mim. 

Instintivamente  larguei tudo e levei comigo apenas o registo de quem sou , a minha filha e o meu amor com pêlos (não falo do marido.Falo do Mr. B).

Fugi.

Fugi e fiquei a assistir de longe na esperança que o vento não mudasse de direção e permitisse  que o fogo levasse aquilo que mais prezo do que tenho : o meu património emocional guardado em álbuns de fotografias e discos externos .

Momentos únicos e irrepetiveis.

Testemunhos de reuniões de família que nunca mais acontecerão. 

Imagens de felicidade total a que recorro sempre que a saudade doi e a memória não permite que chegue lá sem as  visualizar.

 

Felizmente o fogo só levou coisas materiais que serão repostas a seu tempo e todas elas afastadas q.b. da minha casa.

Infelizmente , o mesmo fogo, reacendeu em mim medos que ainda estão em fase de rescaldo. 

Hei - de conseguir apagá - los .

Hoje ainda não foi o dia.

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Apanhei um cagaço...

por Pequeno caso sério, em 08.09.16

...mas hoje ainda não consigo falar nisso.

Amanhã, talvez.

(e não, desta vez não teve graça)

 

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Boca no trombone #1

por Pequeno caso sério, em 07.09.16

Ora começo hoje aqui no blog uma nova rubrica  intitulada Boca no trombone.

Nesta rubrica vou falar de coisas de gaja (ou não) que comprei com o meu rico dinheirinho e sobre as quais tenho algo a dizer que tanto pode ser bom como mau.

O que é que eu ganho com isso? 

Nada. Absolutamente nada além do gozo de partilhar convosco autênticos barretes que apanhei ou então coisas que até valem a pena comprar.

 

O que é que vocês ganham com isso?

Ora... 'xa cá ver... já sei! Têm o que ler enquanto aquele cocó está ali no sai -que -não-sai. 

 

Feito o esclarecimento vamos ao primeiro produto da saga.

 

Pequeno caso sério gosta de ter as mãos arranjadas. Como tal, na esperança de uma solução mais permanente , entregou-se às maravilhas do gel.

Como continuava a roer as unhas deixou-se disso e passou a tratar ela própria do assunto em casa, como fazem as pobrezinhas. 

Parte chata da coisa? Limar a bela da unhaca! 

Limar a bela da unhaca é, além de chato, coisa para arrepiar o pêlo mais escondido do anûs de pequeno caso sério. Maneiras que quando ouviu falar desta maquineta todo um mundo de possibilidades se abriu.

Ei-la :

Uma lima eletrónica que funciona a pilhas e que parece um vibrador mas não é. Tem duas velocidades mas , apressada como sou, só gosto da mais rápida que tenho mais que fazer.

Traz três cabeças diferentes que limam, nivelam a unha e dão brilho caso não queiram pintar mas ficar apenas com um aspeto ...cuidado.

 

Vantagens: é muito mais rápido do que com as limas tradicionais com a vantagem de não se me arrepiarem os pêlos do anûs; todas as cabeças cumprem a função para que se designam.

 

Desvantagens: preço (39.99€) ; a "cabeça" que lima parece-me que não vai durar muito tempo ; o preço das recargas (9.99€).

 

Como de parva tenho pouco, aproveitei uma promoção da Wells e descontei os "pontos" (adoro isto...parece mesmo que nos estão a dar alguma coisa não é?!). Resultado? Comprei (por um preço bem inferior) um pack especial igual a este :

Agora ide lá experimentar antes que esgote . Isto só  se  tiverem receio de ficar "despenteadas"  ali para os lados da fábrica de despejar cocó.

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