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' Tão Pequeno caso sério...

por Pequeno caso sério, em 25.05.18

...que tens a dizer sobre os 450.631.234 mails que recebeste sobre a nova lei geral de proteção de dados pessoais que recebeste ontem, véspera da coisa entrar em vigor, bem à maneira ' tuga de deixar tudo para o fim

 

 Apenas isto: 

 

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Palavras que me enervam #1

por Pequeno caso sério, em 24.05.18

Inauguro hoje uma nova tag neste antro de maluqueira. 

 

Aqui dissecarei as palavras que mais me enervam, razões da minha escolha e, se possível,sugestões para substituí-las.

Assim sendo, e sem mais demoras, passamos à primeira palavra da lista:

chulé

 

Não sei se sabem mas o termo técnico para o suor dos pés é podobromidrose.

Reconheço que não dava lá muito jeito dizer que os sapatos cheiram a podobromidrose ou que as meias já parecem um animal amestrado de tanta podobromidrose que têm impregnadas .

Compreendo ainda que arranjar rimas parvas com a palavra podobromidrose não seja fácil.Vai daí , uma alminha iluminada decide criar a palavra chulé.

Podiam ter chamado àquilo Armando ou Zézinha? Podiam sim senhor. Mas não. Chulé é que é bonito!

 

E sabem de que quem é a culpa? Dos ciganos. Ó lecas! Dos ciganos. E antes que pensem que isto é algum post xenófobo aviso já que quem me informou disto tudo foi a sôdona Wikipédia. Ela é que me disse que foram os ciganos que inventaram esta bela ...palavra. 

 

E afinal de contas, porque é que esta palavra me enerva? Não sei. Acho parva. E estúpida. E não tem nada a ver com pés. E não conheço ninguém que a diga que não perca todo o brilho que possa ter. Experimentem dizer chulé em frente ao espelho e depois contem-me o que viram. Pois.

 

'Tão e se te enerva , qual é a tua sugestão, Pequeno caso sério?

 

Tenho várias : snifé ... pésnif ...Armando ou...Zézinha. 

 

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Teorias absolutamente espetaculares

por Pequeno caso sério, em 23.05.18

(ainda no rescaldo do casório Real)

 

Toda a gente sabe da predileção da rainha Belinha por fatiotas de cores discretas, pois sabe ? Pois. Mas será que alguém sabe o porquê?  

 

Eis aqui algumas teorias, sendo que uma delas pode bem ser  é verdade :

 

a) a velha é daltónica 

 

b) a velha antes de se vestir dá no Gin forte e feio

 

c) gosta de dar nas vistas e ainda é parente da Bobone em décimo grau

 

d) veste - se de cores garridas pois em caso de rapto é mais fácil dar com ela

 

e) 'tá - se cagando para o que nós pensamos porque ELA é que é a Rainha.

 

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Aceito estas ou outras propostas ali na caixa de comentários. Prometo que revelo qual é a verdadeira.

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Monólogos de um casamento Real

por Pequeno caso sério, em 22.05.18

-Então Pequeno caso sério, gostaste do Casório real?

 

-Mais ou menos.

 

-'Tão porquê?

 

-Porque achei ...pobrezinho em chapéus. 

 

-Pobrezinho?  Pobrezinho como se o que não faltava lá era chapéus para todos os gostos ?

 

-Não para o meu.

 

-Então e de que tipo de chapéu é que tu gostas?

 

-Do tipo "AHAHAHAHAHAHAHAHAH" como este:

 

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-Então e não houve lá nada que te fizesse rir dessa maneira?

 

-Houve um que quase, quase, me arrancou uma gargalhada.

 

-Qual?

 

-O da megera gerbera murcha da Camela Parker Bowles (blhéccc)

 

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-Ó Pequeno caso sério, não sejas ruim...o chapéu até era giro...

 

-O chapéu sim mas não suporto a velha 'qué que querem?!

 

-Então e tu ? Levaste chapéu?

 

-Claro! Mas uma coisinha muito discreta, campestre q.b, que o meu objetivo não era ofuscar ninguém.

Algo que combinasse com a minha boa disposição e que mantivesse as invejosas daquelas magrelas dum cabrão bem longe de mim.

Não foi fácil, mas encontrei:

 

Gone+with+the+Wind.+Scarlet.+Is+that+so.+Oh+really

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Quarenta e cinco

por Pequeno caso sério, em 19.05.18

Hoje, deu-me pra isto.

 

Dei-me conta que caminho a passos largos para o meio século de existência e não sei se gosto. No meu tempo ter-se 50 anos , era ser velho. E eu não sou velha. Não me sinto velha. Apesar do espelho dizer o contrário, acredito que ainda está muito por vir. A verdade é que grande parte dos dias não gosto do que  me tornei e quero acreditar que ainda vou a tempo de reverter isso. Não hoje, não amanhã...mas um dia.

 

Dei-me conta que sou mãe de uma adolescente ('tarda nada mulher!) e pergunto-me se serei o melhor exemplo.Percebi isso no dia que ela (na altura com 6 anos, repito, seis anos) me disse que eu não era igual às outras mães. Encarei aquilo como um elogio mas a verdade é que , dez anos passados, a dúvida persiste.

 

Dei-me conta que partilho a minha vida com a mesma pessoa há 24 anos e que a caminhada nem sempre tem sido fácil. Para os dois. Mas afinal de contas, nunca é e quem diz o contrário, muito provavelmente, estará a mentir. Às vezes é bom olharmos em volta para percebermos que afinal não estamos assim tão fora da normalidade. Seja lá o que isso for.

 

Dei-me conta que o círculo de amigos é cada vez menor. Uns porque nunca o foram, outros porque fiz questão de excluir sem que isso me cause qualquer transtorno ou lamento. Ter um muro inadvertidamente construído em meu redor, permitiu-me sempre fechar a porta quando quis. É o lado bom de se ser... frio.

 

Dei-me conta que os ausentes me fazem cada vez mais falta. Uma falta sublinhada pela impossibilidade de nada poder fazer. A vida segue. Mesmo sem os ausentes que afinal de contas , estão sempre presentes. Todos os dias. Todas as horas. Nos cheiros. Nas sombras.Na luz. Nas memórias.

 

 

Hoje faço quarenta e cinco anos e já só quero duas coisas: ter saúde e ser feliz. A primeira, não depende de vós. A segunda, sem o saberem, já o fazem.

 

À nossa!

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Depois conto como foi

por Pequeno caso sério, em 18.05.18

'ssoa ouve tocar à campainha.

 

 

 

'ssoa abre a porta com todo o glamour que lhe é característico :

 

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'ssoa percebe que é coisa urgente tal é o ar grave e sério do mensageiro. 

 

 

 

 

'ssoa abre o envelope.

 

 

 

 

 

'ssoa tem uma descarga intestinal  com o susto que apanha .

 

 

 

 

 

 

'ssoa percebe que estais igualmente ansiosas para saber o que era.

 

 

 

 

 

 

 

 

'ssoa  vai mostrar porque não quer cá gente toda cagada que isto é um blog com classe.

 

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 Depois conto como foi invejosas.

 

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'Tadinha da Pequeno caso sério

por Pequeno caso sério, em 17.05.18

Não sou boa em muitas coisas mas há uma em que ninguém me bate : tenho uma capacidade para ocultar disfarçar o que estou a sentir/pensar muito para além do normal.

Posso estar um verdadeiro farrapo mas parecerá sempre que sou a pessoa mais bem disposta deste universo. 

Posso estar com todas as dores do mundo que da minha boca dificilmente sairá um "ai" e se sair,é porque a coisa é grave.

Mas aquilo que me diverte mesmo é fazer as 'ssoas acreditarem que me atingiram com uma qualquer merdice. Adoro fazê - las acreditar que fiquei mesmo mal...sentida... magoada... estilhaçada :

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'Tão e a seguir pequeno caso sério? Qué que fazes a seguir?! -perguntam vocês já em pulgas 

 

 

Nada de especial...

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A gaja e as balanças

por Pequeno caso sério, em 16.05.18

A gaja não gosta de balanças porque são como aquelas ' ssoas que dizem o que não queremos ouvir.

 

A gaja teve (durante anos) uma balança analógica e sempre que a usava era o mesmo fado. Bah, esta merda não está certa. Para além disso tenho de tirar dois quilos para a roupa . A gaja um dia deu - se ao trabalho de pesar a roupa e percebeu que é mais uma estratégia que as gajas arranjaram para se iludir. Lá diz o ditado que o pior cego é aquele que não quer ver. A gaja acha que  o cabrão que escreveu isso podia ter ido à merda e ter levado as balanças com ele.

 

Um dia a gaja lá se convenceu que mudar para uma balança digital é que era. Ali não havia dúvida nem margem para erro. Mais valia ter ficado 'sogadita. A gaja arranjou maneira de apanhar camadões de nerves e houve um dia que ia enfartando quando alguém inadvertidamente carregou no botão do peso que mudou de Kg para Lb.

 

Outra vez  a gaja descobriu que o sogro tinha na sua garagem -local que merecia uma reportagem no Discovery Chanel-uma balança antiga, daquelas que têm duas peças em metal que precisam ficar alinhadas com recurso a dois pesos , um para os quilos e outro para os gramas. Vai daí a gaja decidiu experimentar. Resultado: nunca mais foi à garagem do sogro.

 

Outro fenómeno intrigante no domínio desta temática são as balanças de farmácia. Não só estão estrategicamente colocadas em locais centrais, para que toda a gente possa testemunhar esse ato de verdadeiro orgulho que é uma gaja a pesar-se, como ainda debitam ordens muitos decibéis acima do recomendado. Como se isto não bastasse, as putas anda cospem um papel onde imprimem o peso ideal e o real. Deve ser para a 'ssoa emoldurar e pendurar na parede da sala. Um taco de beisebol e a gaja exemplificava o que fazer com essas máquinas do demóine.

 

Contas feitas,  a gaja elucida as mais confusas que há apenas  uma maneira de fintar a balança.

Fechar a boca?!  Nã.

Nada disso.

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Uma anedota por dia, não sabe o bem que lhe fazia #18

por Pequeno caso sério, em 15.05.18

Era uma vez um puto que gostava muito de cães. 

O puto moeu os pais até conseguir ter um. Foram ao canil, o puto "escolheu " o cão e lá voltaram para casa.

Próxima tarefa era dar-lhe um nome. 

O puto pensou, pensou e resolveu chamar-lhe "Cu".

 

"Cu, deita!"

 

"Cu,  busca!"

 

"Cu,  rebola!"

 

O puto passava os dias nisto mas a mãe não estava muito feliz com a ideia.

Um dia, fez - lhe um ultimato:

- Se não mudas o nome ao cão,  vou dá - lo ao vizinho!!!

 

O puto fez o que todos os putos fazem, cagou no que a mãe lhe disse, e a mãe cumpriu a promessa.

 

O pai chega a casa e vê o puto num pranto com ranho a escorrer até à boca e pergunta:

 

-Mas o que é que se passa para estares nesse berreiro?! E onde é que está a tua mãe? 

 

-buáááááááááá...quando souberes também vais chorar...a mãe foi dar o cu ao vizinho!

 

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Então Pequeno caso sério...

por Pequeno caso sério, em 14.05.18

...não dizes nada sobre  a música vencedora do festival da canção?

 

 

Digo. Ou melhor, vou usar o comentário mais acertado que li algures para vos responder.

 

Se aquilo é música, então o José Castelo Branco é um Homem. 

 

Mil vezes.

Mil vezes a Netta do  Eduardo Madeira. Ao menos, sempre dá para rir.

 

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