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Adrenalina

por Pequeno caso sério, em 20.07.18

Bungee jumping.

 

 

 

 

Sky diving.

 

 

 

 

Swimming with sharks.

 

 

 

 

 

Chatear a minha mãe.

 

 

 

 

 

 

Se acham que adrenalina é isto desenganem-se.

 

Experimentem sentir uma coisinha enfiada entre os dentes,tirá-la com a língua e , discretamente, trincá-la, e perceber que se trata de pimenta. Tudo isto enquanto conversam com alguém importante e não se podem desmanchar.

 

 

Experimentem e depois venham cá dizer-me como foi.

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Os chenêses (davam uma boa tese de mestrado)

por Pequeno caso sério, em 19.07.18

Não sei se já  repararam mas sou uma 'ssoa que vive intrigada com os chenêses . Acho que são dignos objetos de estudo e quando digo isto não é no mau sentido.

 

Por exemplo, alguém já ouviu falar de um chenês que falecesse? Pois. Vivem aos magotes nas lojas (?) mas morrerem que é bom,nada.

E velhos? Também nunca vi um chenês velho nessas lojas...será que a família os manda morrer longe? Pois não sei...mas gostava de saber.

E animais de estimação? Também nunca vi cães, nem gatos, nem um canário que seja nas lojas dos chenêses...mas a verdade é que também os vejo pouco às compras no supermercado. Se calhar, uma coisa tem a ver com a outra.

Outra coisa que me faz espécie é a praia. Nunca vi um chenês na praia. Também posso estar desencontrada deles, é certo, mas a verdade é que nunca vi. Mas aí a explicação é fácil.

Imaginem uma praia na China (ou cá...também pode ser cá...bastava que todos os chenêses que têm lojas em solo nacional se lembrassem de ir à praia).

Calor abrasador.

Todos os chenêses têm a mesma ideia e vão a banhos.

A muito custo, lá arranjam um lugar para o chapéu de sol.

'Tão e se um chenês no meio daquilo perde um puto? Como é que resolve?

Não resolve. 

 

 

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Ah e tal...

por Pequeno caso sério, em 18.07.18

...andas sempre a falar de ideias de  merda; de puns; de cu...dizes que escreves grande parte dos teus posts na sanita e que passas lá muito tempo ...mas afinal de contas, o que é que essa sanita tem de especial, Pequeno caso sério? 

 

Têm nada a ver com isso MAS  como não quero que morram de curiosidade, eu mostro :

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Cada um tem o trono que merece! 

Queriam um igual, não era? Olha, estudassem !

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Tenho uma coisa no canto do olho 🎶🎵

por Pequeno caso sério, em 17.07.18

Não. Não é uma música do Bonga.

Mas a verdade é que poucas coisas podem ser tão incapacitantes como uma merda qualquer enfiada no olho duma 'ssoa. 

Pode ser uma pestana;

Um pelo da roupa;

Um grão de areia que veio trazido com o vento;

Um dedo que se enfia inadvertidamente. 

 

O certo é que depois de nos  coçarmos que nem umas malucas, a vista fica irritada e é aí que quero chegar.

Pergunto:

Há alguma coisa mais desconfortável do que meter pingos nos olhos?

 

E sou só eu que quando sujeita a esta tortura, abro simultaneamente a boca? 

 

E também sou só eu que acerto em todo o lado menos nos olhos? 

Não?  Ainda bem . Fico mais descansada por não ser a única a fazer figuras tristes. 

 

Ora os chenêses, esses visionários, são 'ssoas que sofrem muito da vista. Vai daí, inventaram um gingarelho muito bom para resolver a questão dos pingos.

Zero desperdício e 100% eficaz:

 

 

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E depois admiram - se que os chenêses sejam uma superpotência emergente a ter em conta.

Ah pois é! 

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À bientôt, mon amie

por Pequeno caso sério, em 16.07.18

Sei que estão habituadas à parvoeira mas desta vez, a coisa tem outro tom. Se quiserem fazer a amabilidade de continuar a ler, já vão perceber porquê. 

 

Esta coisa dos blogs  pode ter várias motivações.Cada um saberá porque começou,qual o rumo que lhe deu e as consequências que daí tirará. Sempre fui despretensiosa acerca deste canto e , honestamente, nunca pensei que isto tivesse o lugar que ocupa hoje na minha sanidade mental rotina diária .

 

Um dia, uma grande Senhora com quem tive a felicidade de me cruzar nestas avenidas blogosféricas, teve a amabilidade de se oferecer para fazer disto um blog à séria no que à forma diz respeito.

Fiquei sensibilizada..por vários motivos. Primeiro, porque essa pessoa era (e é) um exemplo no domínio da escrita e escolheu ajudar-me de forma absolutamente abnegada tirando para isso, do seu valioso tempo. Depois, porque tinha (e tem) a capacidade inata de me levar a revisitar os cantos mais escondidos de mim. E acreditem,não é tarefa fácil.

O tempo foi passando e acho que posso dizer que nasceu entre nós uma amizade. Sei que isto parecerá estranho mas é o que sinto por esta grande Senhora da qual só sei o nome porque ela inadvertidamente, deixou escapar e eu, atenta ao pormenor, retive. Assim como retive todas as gargalhadas que me fez dar mesmo nos dias filhos da puta. E foram muitas.Tantas.

Um destes dias, sem que nada o fizesse prever, deixou - nos um último post. Sem direito comentários. (Murro número um)

Reação imediata? Contactar através do mail e aguardar resposta. Segundos depois, a resposta chegou: 

     "A conta de e mail já não existe."

(Murro número dois). 

"Ok...pensa..tem de haver uma maneira de saber o que se passa...ah espera...não há!"

 

E essa é que é a grande merda.

Não posso fazer rigorosamente nada a não ser esperar que ela me contacte. Ou me leia. Como a primeira opção é pouco provável, vou arriscar a segunda.

 

"Querida Gaffe,

espero que te encontres bem mas sobretudo,em paz. 

Não gostei que tivesses partido sem pré-aviso mas calculo que tenha sido essa a maneira menos dolorosa que encontraste para te...despedir de quem te seguia. Aceito. Contrariada, mas aceito. Resta-me apenas esperar que, se quiseres, me contactes. Ou que um destes dias , decidas voltar a escrever para nós. Continuarei a visitar o teu blog, à espera que isso aconteça. Diariamente.

Se não acontecer nenhuma das opções anteriores, resta-me a terceira, que honestamente espero não aconteça tão cedo...o tio Lúcifer vai adorar ter as duas por perto. Quem chegar primeiro, guarda lugar para a outra. Uma com Dior, outra com Chanel. Ambas lambuzadas com alheira até aos cotovelos. 

Chama-lhe premonição, intuição ou apenas maluqueira da brava...mas o certo é que sem saber muito bem porquê,guardei uma foto das nossas primeiras trocas de palavras a propósito da rubrica do Sapo "Como eu blogo". Atenta na data : 8-5-2016. 

O curioso é que, dois anos passados, não mudava uma vírgula do que escrevi. 

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P.S- enquanto o reencontro não se der, estarei no sítio do  costume . Até já. 

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Concentração

por Pequeno caso sério, em 13.07.18

É talvez das coisas mais dificeis para mim: estar unica e exclusivamente concentrada num só item. 

A  vida tem demasiadas coisas que cativam a minha atenção. Tanto pode ser uma mosca que esvoaça um cagalhão como uma flor que nasce no meio do betão. 

 

Adiante .

 

Dizia eu que estar concentrada é uma coisa muito dificil . Ler um livro sem perder o fio à meada é só um exemplo. Quantas vezes já dei por mim a ter de voltar atrás umas páginas para me "situar"? Ou numa conversa em que preciso de continuar a falar com uma pessoa enquanto a minha mente vagueia no universo dos nomes à procura de me lembrar como é que ela se chama? Ou quando alguém que se acha a última bolacha do pacote está a tecer um monólogo enquanto eu penso que decerto terá cuecas às bolinhas ou as meias rotas no dedão? É. O meu poder de concentração é muito limitado.

E quando eu achava que já detinha todos os recordes possíveis e imaginários no que à falta de concentração diz respeito,  eis que a fasquia se eleva para níveis olímpicos :

 

 

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Esfregona.

 

E balde.

 

Best Friends Forever.

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A gaja e os colchões de praia

por Pequeno caso sério, em 12.07.18

A gaja não gosta de colchões de praia porque , em primeiro lugar, são perigosos. Uma 'ssoa deita - se em cima daquilo e quando dá por ela, esbardalha - se ao comprido dentro de água. E só as gajas sabem como de lá saem glamorosas com o cabelo colado à cara ou com uma mama de fora do biquíni. 

Depois, há a questão do transporte. É preciso ter pachorra para andar a desfilar com um flamingo "xxl" debaixo do braço. Ou um donnut. Ou uma fatia de melancia. A gaja gostava de perceber como é que levam aquela merda dentro do carro. Parece que já estou a ver: uma família de quatro pessoas, no final de um dia de praia, mais os sacos, tudo atafulhado dentro do carro mais o cabrão do flamingo com dois metros de altura por um e meio de largura. Uma alegria.

A gaja sabe que há colchões que se enchem à boca ou à bomba mas ambos lhe causam repulsa. Os primeiros por causa da baba (blhéc!). Os segundos porque há poucas coisas tão deprimentes como um ser humano semi nu a dar à bomba. É só usar a imaginação e perceber que, em ambos os sexos, há sempre qualquer coisa que...abana. E não são as orelhas.

 

Por ultimo a gaja sublinha que acha muito parva a imagem representativa das férias para  99,9% das 'ssoas : alguém escarrapachado ao SOL em cima de um colchão de praia no meio de uma piscina (ou mar).

Toda a gente sabe que o Sol faz muito mal MAS como a gaja é muito boazinha, conseguiu arranjar o melhor de dois mundos:

 

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 A gaja sublinha que o modelo apresentado pode sempre ser (re)utilizado como meio de transporte para a outra vida. Pensa em tudo, esta gaja.

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Amizades de verão

por Pequeno caso sério, em 11.07.18

Todos os anos por esta altura recebo a visita de uma amiga especial. 

Por norma vem sozinha mas já tem trazido a família. Aparece assim, sem avisar e vêm todos de mala e cuia.

Se acho falta de educação? Não, não acho porque entre nós não há esse tipo de cerimónias. Ela é de casa e os da casa não precisam avisar.

Achei - a mais gorda mas não lhe disse nada para não a melindrar.Mas está, a porca.Os filhos vão pelo mesmo caminho. Raça dos "putos"que não se deixam fotografar! Mas a minha amiga não tem problemas.Deixa - se fotografar na boa. Está - se cagando.

Esta minha amiga é um bocado peçonhenta mas lá está, não lhe posso dizer duma assentada, que é gorda e peçonhenta. Desconfio que esteja mais gorda devido à boa vida que leva. Aliás, se me perguntarem o que é que ela faz na puta da vida, eu não sei. Nem tão pouco sei o que faz nos meses de inverno pois desaparece do mapa.

 

Confesso que já tinha saudades dela. 

É sempre bom revivermos os que nos são queridos, pois é? 

 

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 P.S- para os xoninhas que a esta hora já estão a tecer comentários sobre o cotão e as teias de aranha que o candeeiro tem, ficam já a saber que não é porque sou badalhoca.Não senhor! Aquilo está ali de propósito pois é o pitéu preferido da minha amiga. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

P.S.S- agora já podem tirar o zoom da foto. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

P.S.S.S- E continuam.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

P.S.S.S.S- Vocês são doentes.Vão - se tratar!

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Primeiro dia de praia

por Pequeno caso sério, em 10.07.18

Fui pela primeira vez este ano à praia e só vos digo que fiz sucesso. Porquê? 

Já conto. Cuscas 'pá!

 

Não foi o biquini; 

 

Não foram os godilhões;

 

Não foi a beleza estonteante nem a altura de manequim.

Não senhor!

 

Toda a gente reparou em mim por outros motivos:

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[É só usar a imaginação e mudar o sexo ao boneco.]

 

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Uma anedota por dia, não sabe o bem que lhe fazia #21

por Pequeno caso sério, em 09.07.18

Algures em África. 

Escola primária. 

Professora diz aos alunos:

-Turma, hoje tenho um desafio! Quero que me digam uma frase onde utilizem o verbo hospedar.

 

Silêncio total.

 

Ninguém pôs o dedo no ar.

 

A professora, muito aborrecida, começa a questionar os melhores alunos da turma:

 

 

- Vá Damásio, quero uma resposta!

- Mi discurrrpa prrrofessorrra mas essa eu não sei...

 

- Então e tu Jefferson? 

- Eu também não sei prrofessorrra, hospedar é uma palavra muito dificirrr...

 

- Difícil?! Difícil é aturar-vos ! Isso é que é difícil! ! Onde é que já se viu?! Uma turma inteira e ninguém é capaz de fazer uma frase com a palavra hospedar meu Deus?!

 

De repente, o aluno mais fraco da sala põe a mão no ar e diz: 

 

-Eu sei prrrofessorrra!

 

-Sabes Mutumbo?! Duvido...mas olha, diz lá que mal não vai fazer...

 

- Os pedarrr da bicicreta são de prástico!

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