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Tuperware. Devolver às mães.Já!

por Pequeno caso sério, em 04.01.18

Era uma vez uma mãe e uma filha que viviam em casas separadas pois a filha já era adulta. Ainda assim, a filha continuava a comer algumas vezes em casa da mãe. E a levar sobras. Muitas sobras. Muitas vezes.

Mãe e filha davam - se bem mas havia um assunto sensível que perturbava constantemente a harmonia familiar : as Tuperwares.

A mãe queixava - se que lhe faltavam Tuperwares. 

A filha insistia que já as tinha trazido...ou então que se esquecia de as devolver.

"Escreve! Assim já não te esqueces! "- dizia a mãe. 

"Eu escrevo...mas esqueço -me na mesma!" - replicava a filha.

 

E isto reinou durante anos.

 

Um dia, farta das desavenças criadas à conta disto, a mãe decidiu arrumar o assunto de vez.

Calmamente,  durante uma hora de almoço, disse à filha que tinha estado a pensar melhor na ideia dela (a filha) fazer uma tatuagem e que até tinha uma sugestão gira .

A filha ficou admiradíssima e quis logo saber o que era.

"É surpresa! Tens de confiar em mim. Só te posso adiantar que é uma coisa útil...e creio que única também!"

 

A filha achou  graça à ideia e lá foram ao estúdio das tattoos .Como era surpresa,foi vendada e a sessão lá começou. 

Como a tattoo era uma coisa simples, rapidamente ficou concluída. 

Quando terminou, o tatuador colocou a rapariga em frente ao espelho e tirou -lhe a venda .

Resultado? 

 

       Mãe e filha não se falam até hoje.

 

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(Agora digam - me lá se não é um desperdício eu ter este talento todo pra maluqueira  escondido do resto do mundo? Pois.)

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Todos os desejos condensados num só *

por Pequeno caso sério, em 03.01.18

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 *na esperança de que o vosso ano seja tão fértil como o meu .

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2018 visto com otimismo. Ou talvez não.

por Pequeno caso sério, em 29.12.17

Pois é, o ano está a chegar ao fim (começa bem esta merda...) e uma vez que vou hibernar até dia 3 de janeiro, aqui fica a minha visão  realista  animada da coisa para vos deixar com o mood certo para abraçar o novo ano que aí vem. Aconselho a guardar facas, gilettes ou outros objetos passíveis de serem usados para cortar  pulsos.

 

 

Chegou aquela altura de fazer balanços que é o mesmo que dizer que vamos finalmente constatar que das 437 coisas que pensámos fazer no final de 2016, só cumprimos 3. Ou nenhuma vá.

 

A passagem de ano ,que se idealizava luxuosa num qualquer hotel de cinco estrelas vestidas a rigor, vai ser passada em casa, de pijama em frente à televisão com uma garrafa de espumante ranhoso que custou 3, 99€. Em promoção. De bónus ganhámos um pacote de passas que se vão colar aos dentes e arrancar aquele pivot do dente da frente.

 

O bom tempo convidativo a sair de casa  não vai acontecer. Em vez disso o cabrão do S. Pedro decidiu enviar chuva que porá em causa a realização de muitos dos espetaculos de fogo de artificio agendados pelo país, pago com dinheiro que seria melhor empregue, por exemplo,  no melhoramento das estradas. A parte boa disto é que já não temos de levar com um banho de espumante de um qualquer bezana que estaria amontado ao nosso lado com um bafo a álcool capaz de vos incinerar.

 

Não se iludam.

2018 não trará  nada de espetacular.

Continuaremos as nossas vidinhas a tentar ligar (sem sucesso) os botões todos ao mesmo tempo.

 

 

A única coisa certa (não sei se certa é o termo correto)  é que continuarei por aqui  com a boa disposição que me caracteriza a escrevinhar merdas que não lembram ao Diabo, com a mesma vontade com que comecei em 2015. Por isso,

 

E agora sim, se a esta hora ainda não estiverem rodeadas por uma poça de sangue dos golpes que fizeram em vós depois de lerem tão animada previsão, ide lá à vossa vidinha, não sem antes, porém ,saberem  que beberei do tal espumante ranhoso, um copinho à nossa saúde:

 

 

Cheers!

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Oportunidades

por Pequeno caso sério, em 28.12.17

O ano está praticamente no fim...mas não, ainda não é hoje que faremos um balanço. 

Hoje vamos falar de saber aproveitar as oportunidades que a vida nos oferece e nada melhor que esta altura do ano para o fazer. Porquê? Ora, porque 99,9% da população mundial  ou está bêbada ou de ressaca , logo,  a probalidade de se abrir uma janela de oportunidades é maior. 

Não estão a ver como, pois não?!

Pois .

Eu já previa isso.  

Deixem lá que eu mostro .

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Não sei o que me espanta mais: se a minha inesgotável capacidade para escrever merda, se a vossa curiosidade em vir aqui lê - la. Mistérios deste universo que nunca entenderei.

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Ah e tal...

por Pequeno caso sério, em 27.12.17

...escolher um presente de Natal é sempre uma merda porque uma 'ssoa nunca sabe o que deve oferecer.

 

Não é nada.

Nem que seja um simples par de meias, desde que original, nunca falha.

 

Aposto que estas , não deixariam ninguém indiferente: 

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Agora ide lá procurar alguma maga do tricot que saiba fazer isto para entrarem em 2018 com o pé direito. Ou com o esquerdo. Tanto faz. Nunca a expressão "dar as doze badaladas" fez tanto sentido. 

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Have Yourself a Merry Little Christmas

por Pequeno caso sério, em 22.12.17

Como estamos em vésperas de Natal, e eu sou uma  ' ssoa educada, achei por bem passar por aqui e dizer umas coisas bonitas.

 

Apreciem as coisas realmente valiosas e não as tenham como garantidas.

 

Encham a casa de todos os que vos são importantes .

 

Agradeçam e apreciem  o facto de terem uma mesa farta.

 

Tirem 10 segundos e registem na vossa memória o quadro bonito que têm à vossa frente.

 

 

Conselhos dados,  esta que vos escreve despede - se, deixando a fotografia mais certeira que encontrei para descrever o que sinto nesta época :

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Cálculos renais: toda a verdade.

por Pequeno caso sério, em 21.12.17

Dói muito.

Uma dor lacinante.

Daquelas que fazem um gajo com 1,90m rebolar - se e chorar .

Não alivia com nada...a não ser quando se deitam cá para fora.

 

Sempre nos venderam a história de que os cálculos renais eram tudo isto...mas eu descobri toda a verdade e hoje, como estamos em época de partilha , decidi fazê -lo convosco que não quero cá gente mal informada a ler o meu blog:

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Têm nada que agradecer.

É uma honra partilhar convosco toda a minha vasta sapiência. 

 

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Se pensa que já ouviu tudo, desengane-se #14

por Pequeno caso sério, em 20.12.17

eu- Dassss,já não posso com a merda das músicas de Natal em todo o lado ...

ela- Eu também...sempre as mesmas.

eu- Bem , a escolha também não é muita...sempre aquelas musiquinhas mórbidas ou então com agudos de muitos decibéis...

ela- Ai não?! Pois eu conheço uma música de Natal, que nunca passa em lado nenhum e é bem divertida !

eu- Ai conheces? De quem?

ela- Daquele cantor muito conhecido...que é bicha...o...o...ai caraças agora varreu-se-me o nome do homem...ah espera, já me lembrei É o Elton Johnson!

 

 

 

 

P.S- a música que ela falava era esta . E sim, ela tinha razão.É bem divertida.

 

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Ainda à rasca com os presentes de Natal?! Eu ajudo.

por Pequeno caso sério, em 19.12.17

Se tem um puto a quem tem de oferecer um brinquedo original e ainda não o fez porque não sabe o que lhe dar, fica aqui uma sugestão bem supimpa que foi "descoberta" pelo Vasco Palmeirim. 

Nunca a velha máxima  "É de pequenino é que se torce o pepino", fez tanto sentido:

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 Fisher-Price a fazer crianças felizes desde 1930.

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Fast food

por Pequeno caso sério, em 18.12.17

(para ler com sotaque do Porto, carago)

 

 

mãe- Ó Banessa Sofia, lebas o lainche pá escuola?

Banessa- Lebo mãenhe.

mãe- Tu não te esqueças de comer tudo, óbistes?

Banessa- Óbi mãenhe.

mãe- Olha que se chegas a casa com o lainche por comer, lebas no focinho, óbistes?

Banessa- Óbi mãenhe.

 

 

 

 

A Banessa Sofia vai à vida dela e quando vai apanhar o autocarro para regressar a casa lembra-se das palavras da mãe . Com medo, decide despachar a coisa em três tempos. 

E foi assim que nasceu o conceito de fast food

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