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Carnaval

por Pequeno caso sério, em 28.02.17

Carnaval :

Época em que anda tudo aluado, se mostram as carnes (mesmo aquelas que deviam estar escondidas) e se revelam vontades guardadas durante o ano todo sempre com um copo de cerveja na mão para dar um ar de macho.

 

Para todos aqueles que querem entrar no espírito mas têm vergonha de mostrar ao mundo o resultado de todos os devaneios gastronómicos dos últimos anos meses, eis que descobri o disfarce perfeito.

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Uma anedota por dia, não sabe o bem que lhe fazia #5

por Pequeno caso sério, em 27.02.17

Era uma vez uma senhora muito magrinha que , de repente, começa a ficar com uma grande barriga. 

Preocupada, até porque havia outros indícios, resolve ir ao médico:

 

médico- Ora então bom dia! Então o que a traz por cá?

senhora- Sr. doutor...sinto-me muito inchada...

médico- Mas inchada como?

senhora- Com a barriga inchada...não tenho apetite...ando nauseada...tenho as mamas a rebentar...

médico- Isso são gases!

senhora- gases?!

médico- Sim senhora, gases! Vai levar aqui uns comprimidinhos, toma um antes de cada refeição e vai ver que melhora num instante!

senhora- Mas...mas...então não me manda fazer análises?...uma ecografia?...nada?!

médico- Nada! Não preciso de exame nenhum ! Tenho muitos anos de experiência para poder afirmar com toda a segurança que o que a sra tem são gases! Bom dia e as melhoras.

 

A mulher, coitada , sai do consultório toda cabisbaixa e lá toma os comprimidos.

O inchaço da barriga continuou e veio a confirmar-se que afinal estava era grávida.

 

Meses mais tarde, a senhora  ia na rua com a filha ao colo e encontra o médico que a cumprimenta:

 

médico- Olá minha senhora, então como tem passado, nunca mais a vi lá no consultório? Oh, que bebé tão fofa...é sua filha?

senhora- Não senhor doutor...não é minha filha...é a minha BUFA!

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Vida de ...peixe

por Pequeno caso sério, em 24.02.17

Tenho um aquário na cozinha. Tem pouco menos de um metro e está bastante composto com plantas , pedras, filtros, bombas, termómetros e claro, peixes.

No outro dia, estava sentada à mesa a comer virada para o aquário e pensava no quão deprimente é a vida de peixe de aquário. Nadam para a esquerda, nadam para a direita, esperam que alguém se digne a dar-lhes comida, comem e cagam (sabiam que os peixes cagam muito?) tudo na mesma água. Dia após dia. Sempre com aquele ar de quem não tem tempo a perder.

Comecei a pensar que se conseguíssemos ouvir o que pensam, seria qualquer coisa como isto:

 

Ai, que pedra tão gira ! Ai, que planta tão bonita! Ai ,que nunca vi esta coisa que faz bolhas, que fixe! Olha...este peixe não estava aqui ontem...Ai, que pedra tão gira ! Ai, que planta tão bonita! Ai ,que nunca vi esta coisa que faz bolhas, que fixe! Olha...este peixe não estava aqui ontem...Ai, que pedra tão gira ! Ai, que planta tão bonita! Ai ,que nunca vi esta coisa que faz bolhas, que fixe! Olha...este peixe não estava aqui ontem...

 

 

Vá, agora que já testemunharam a parvoíce em todo o seu esplendor, voltem lá ao que estavam a fazer. 

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Efélides

por Pequeno caso sério, em 23.02.17

 

Anda uma 'ssoa (EU!) raladinha da vida, consumida dos nerves, contando os tostões para conseguir comprar merdas cremes  e bases para tapar as manchas da tromba e eis que se depara com a nova moda que está a bombar.

Parece que agora é IN ter efélides.

Não sabem o que são efélides , pois não? Eishhhh...não sei como é que conseguiram viver até hoje sem essa informação. São sardas, pá!

Efélide é o nome técnico para aquelas pintas do demóine que até têm a sua graça na adolescência porque nos dão um ar mais...fofinho, amoroso e angelical

 

mas que aos quarenta não têm graça nenhuma.

Problema ? A efélide é moça que deve ser danadinha para o tufa-tufa e reproduz-se quase tão rapidamente como os coelhos. Uma 'ssoa deita-se e tem 2436 cagadelas de mosca efélides e no dia seguinte já tem 2437 ou, na loucura, 2440. Uma canseira. Não sei se alguém já se deu ao trabalho de agarrar numa esferográfica e ligar as efélides umas às outras para ver que desenho sai dali. Fica a ideia.

 

Ó Pequeno caso sério, 'tão e se uma 'ssoa não tiver nascido com a sorte de ter a  tromba cara pejada de cagadelas de mosca efélides? O que poderá fazer?

 

'Pá, vocês abusam de mim. A vossa sorte é que eu sou uma 'ssoa que sei das coisas e gosto de partilhar convosco este meu dom .

 

Fiquem então a saber que agora a moda é tatuar sardas na cara.

A 'ssoa acorda triste e esmorecida porque tem uma cara branquinha e imaculada e  tudo o que quer na vida é  ficar assim:

 

Vai daí,  dirige-se ao tatuador mais próximo e diz assim:

-Pá Johnny (nunca percebi a cena dos tatuadores terem sempre nomes estrangeiros...eu confiava muito mais num tatuador que se chamasse Armando José. Coisas minhas) , efelida-me lá a fuça que eu só vou ser verdadeiramente feliz quando tiver a cara toda  sarapintada !

 

Para as mais cagarolas e pouco dadas a cenas definitivas na cara mas que ainda assim não querem ficar OUTfica aqui outra sugestão bem catita:

 

E pronto. Era isto.

Agora digam lá que não aprendem aqui coisas verdadeiramente espetaculares? 

Ah pois é!

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Se pensa que já ouviu tudo, desengane-se #5

por Pequeno caso sério, em 22.02.17

Sabem aquelas pessoas que ainda não são velhotes mas também já não vão para jovens? Daquelas que inventam palavras que não existem que só as pessoas que não são velhotes ,mas também já não vão para jovens, são capazes de inventar?

Pois. Essas mesmo. Ponham lá os olhinhos nisto:

 

avó- Já acabámos de jantar. Tenho ali uma surpresa para a sobremesa.

neta- Ai sim avó? E é o quê? É um doce?

avó- Sim , é. É aquela coisa que a tua mãe faz mas em dose individual.

neta- O quê?  Tiramisu?

avó- Sim, isso mesmo! Também havia lá Putifoles mas achei que ias gostar mais deste.

neta ( lambendo os beiços e observando o avô que nada dizia mas ouvia a cena toda) - Então avô, não provas?

avô- Não , não ...come lá tu os Camitrufes que eu prefiro morangos!

 

 

 

Para quem não percebeu, Putifoles ou Camitrufes são a mesma coisa: uma sobremesa do demóine  que engorda só de olhar.

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Criativos da Zara, esses grandes galhofeiros

por Pequeno caso sério, em 21.02.17

Ora 'atão muito bom dia a todas. E o calorzinho da parte da tarde , hein? Uma maravilha.

Feita que está a conversa de chacha, passemos ao que realmente importa.

Com o tempo a aquecer,e com parte das minhas calças de ganga entre a vida e a morte, decidi fazer uma incursão pelas lojas da praxe. Percebi que um fenómeno estranho invadiu as montras e as prateleiras de todas elas: as calças de ganga da coleção primavera verão 2017  são dedicadas ao cinema e oscilam entre "o pirata das caraíbas" e "o naufrago". Às vezes coabitam ambas as películas no mesmo par de calças às quais ainda se juntam uns bordados de pássaros ou flores.

 

Com a quantidade de coisas a acontecer num só par de calças acho que as mesmas deviam pagar um imposto sobre a poluição visual. António Costa, fica a dica.

 

Eu própria , gaja fashion e moderna que sou, também possuo uma calças com rasgões devidamente tapados com remendos por trás que não deixam ver nem um bocadinho de chicha. Não porque a minha chicha não seja bonita de ver mas porque nesta altura do ano é uma chicha praticamente nórdica e capaz de cegar alguém com tanta brancura. Maneiras que , para não me meter em trabalhos, tenho os rasgões  das calças todos bem tapadinhos.

 

Descobri no entanto, e no meio de tanta aberração diversidade ,um par de calças (ahahahahahahahah) que me deixou intrigada. Atentai:

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 'Pá...expliquem-me lá isto se faz favor. Mas que merda é esta?! Sou só eu que acho que isto parece uma coisa tirada de um acidente de bicicleta em que a gaja andou de rojo 564 metros?! Ou isso ou esbardalhou-se toda no arame farpado ao fugir dos cães da vizinha Cremilde enquanto estava a roubar laranjas ! 

 

Em ambas as opções percebo porque é que não quiseram mostrar a cara da manequim. Se as calças (ahahahhahah) estão neste estado, imagino a cara da moça.

 

 

nota: podem ver este modelito e outros igualmente...catitas aqui. Façam uma visita que eu garanto que vale a pena.

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Uma anedota por dia, não sabe o bem que lhe fazia #4

por Pequeno caso sério, em 20.02.17

O dono de uma drogaria tinha uns pregos lá encalhados que não se vendiam. Eram pregos da marca "Azevia".

Pensou então numa estratégia de marketing para atrair clientela:

Colocou na montra um crucifixo com Cristo pregado à cruz  e por baixo colocou  em letras garrafais o seguinte  slogan :

 

Com pregos Azevia, 2000 anos de garantia!

 

Uma beata que por ali passava, olhou para a montra da drogaria e ficou escandalizada. Entrou esbaforida na loja e berrou ao proprietário que estava atrás do balcão:

-Ouça lá , então o Sr. não tem vergonha de estar a usar Jesus numa propaganda destas? O Sr. enlouqueceu?! Seu herege!!!  Amanhã passo por cá e já não quero ver aquilo ali, ouviu?!

 

Uma beata é coisa para meter medo a qualquer um. Uma beata furibunda é digno de fazer borrar de medo até o dono de drogaria mais afoito. 

O homem lá reconheceu que tinha exagerado e prometeu à beata rever o slogan. Assim fez.

 

No dia seguinte, a meio da manhã, o homem vê uma pequena multidão reunida em círculo frente à montra da drogaria. Curioso, decide sair da loja para ver o que se passava . Percebeu rapidamente que estendida no meio da rua , desmaiada, estava a beata do dia anterior. Perguntou o que se tinha passado e houve alguém que lhe disse:

- Olhe, o culpado foi o senhor!

-Eu?!- pergunta incrédulo - mas eu porquê?

- Por causa da sua montra!

 

 

Na montra podia ver-se Jesus, pregado à cruz só por um braço , o outro braço todo pendurado  e a cabeça também. Por baixo, em letras garrafais, o seguinte slogan:

 

Com pregos Azevia, nada disto acontecia! 

 

 

 

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A língua inglesa, fica sempre bem

por Pequeno caso sério, em 17.02.17

Os azulejos (e as portas) das casas de banho públicas dão verdadeiras teses de mestrado ou então rigorosos objetos de estudo  do foro psiquiátrico.

É deveras reconfortante saber que não sou a única maluca que, enquanto espera que o tímido cagalhoto se digne a sair, aproveita para escrever (?) alguma coisa para ser lida por  desconhecidos . O cheiro deve ser parecido, só muda o..."azulejo".

Adiante.

O último que se cruzou com o meu olhar, no dia dos namorados(coincidências desta vida)  foi este :

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Ora , como esta cabecinha loira não pára, tive logo uma ideia brilhante: "Ah, 'tã lindo! Aposto que se fosse em Português não tinha a mesma graça..."

Se depressa pensei, mais depressa fiz. 

A coisa saiu-me 'tã bêm, mas 'tã bêm que decidi partilhar convosco. Entrem no espírito da coisa e leiam o que se segue com sotaque alentejano:

 

Mê amori agora

Quase que nã te vêjo

'Tou p'ra qui parado

Olhando este azulejo

 

Nesta retreti me sento

C'o mê coração aflito

Vim aqui p'ra cagari

Afinal, só dêi um pêdito.

 

 

Os Clã dizem  na música  Problema de Expressão  que 

a língua inglesa fica sempre bem

e nunca atraiçoa ninguém.

 

Eu acrescento :

o que é nacional é bom

e o alentejanês nunca sai do tom 

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1 ano, 114 infetados e... muita maluqueira

por Pequeno caso sério, em 16.02.17

Este post era para ser publicado apenas dia 18 mas há por aí um vidente russo que diz que o mundo vai dar o peido mestre esta quinta feira. Assim sendo, e como mais vale prevenir que remediar, publico já não vão as coisas azedar, falecermos todos e eu ir para o inferno sem vos dizer tudo isto.

 

Tudo começou há precisamente 365 dias quando por , vicissitudes desta vida,  fui obrigada a parar e me deparei com um tempo extra.

Confinada a um sofá resolvi "entreter-me" e mexer naquele que foi talvez um dos melhores presentes que já me deram : este canto.  

Acho que na altura pensei "bah......escrevi o primeiro  (que teve um grande incentivo da Maria das Palavrase nunca mais deixei nada...também não tenho assim grande coisa para dizer a mim própria...já estou farta de me ouvir...só digo é merda...olha, 'sa foda...escrevo na mesma que se me der o badagaio ao menos a miúda tem com que se entreter e reler as maluqueiras da mãe que coitada lhe calhou em sorte. Para além disso, leio por aí tanta merda com tanto seguidor que acho que sou capaz de fazer pelo menos igual com uma perna às costas." 

E assim foi.

Dia após dia fui deixando pedaços de mim. Coisas que vejo e que me indignam e com as quais inevitavelmente brinco , coisas parvas que não lembram ao menino Jesus, coisas que me doem e precisam sair para aliviar .

Jamais pensei que , passado um ano , por aqui ainda continuasse mas a verdade é que os leitores foram chegando (ainda hoje me pergunto como) e voltando. Como um vírus a coisa espalhou-se e hoje já conto com 114 infetados, dois dos quais auto mutilam a vista via email. O Sapo também tem responsabilidade na coisa dado que os destaques que fez trouxeram muitas visitas que foram ficando (obrigada sapinho) .

 

Os comentários têm sido muito importantes para dinamizar este antro de maluqueira e trocar ideias sobre assuntos que podem ir desde o alho ,às idas ao do Ikea ou às boutiques da Nespresso ou até mesmo um simples folheto que aparece na caixa do correio.Tudo me serve. 

 

No processo de dinamização do blog há que agradecer a algumas pessoas que para isso contribuiram em grande escala : a minha vizinha , a língua mais afiada da blogosfera a Chic'Ana , a minha quarentona 'mai linda e mais recentemente a minha sobrinha virtual . Não posso no entanto esquecer todos os que me visitam diariamente sem deixar comentários mas que também têm sido importantes. A todos , muito obrigada.

 

Esta coisa do virtual é engraçada...e por muito estranho que possa parecer criam-se laços, afinidades, cumplicidades com pessoas que nunca vimos. Foi o caso da minha blogoalmagemea de quem devo ter sido separada à nascença tal é o grau de maluqueira que possuímos ambas as duas. Pena é termos nascido com alguns anos de diferença. Pormenores.

 

Outra coisa engraçada que acontece é quando de repente "admiras" alguém (porque nunca jamais em tempo algum lhe chegarás aos calcanhares da escrita)  e esse alguém não só repara que tu existes como ainda te dá uma ajuda preciosa na remodelação da tua casa  de uma forma absolutamente gratuita e ainda te brinda com comentários que te sabem pela vida . É o caso da minha amiga Gaffe, esse monstro das palavras.

 

Por último , e porque no meu coração virtual estará sempre em destaque, aquela que considero a grande responsável pela minha saída do armário e por ter revelado ao mundo este antro de maluqueira : Sô dona Filipa , a diva da asneirola .

 

Resumindo e contas feitas, é isto:

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Fica a promessa :

continuem a alimentar este Pequeno caso sério  com as vossas visitas e comentários que eu prometo que outros tantos 365 dias de galhofa se seguirão. Isto se o mundo não acabar hoje. Se acabar, foi um gosto.

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Boca no trombone # 2

por Pequeno caso sério, em 15.02.17

Hoje vou falar de escovas.

E porquê hoje?

Ah, 'tão ...porque ontem foi noite dos namorados e muita gente andou no tufa-tufa. Maneiras que hoje devem ter acordado com esse cabelinho bonito , suas malucas !  

 

Ora esta rubrica do blog tem como intuito revelar ao mundo coisas que vou comprando e que , ou valeram a pena, ou foram um grande barrete. O post de hoje é um dois em um. Primeiro porque apanhei um barrete e depois  porque comprei uma escova que vale a pena . Sem metade da fama mas com o dobro do proveito. Comecemos então:

 

O barrete:

Toda a gente dizia milagres da Tangle teezer. Pois que era muito boa, era gira, leve e cumpria muito bem a sua função.

Ora aqui a menina tem o cabelo fino, comprido e resultado de um cruzamento entre um diabo da tasmânia e um tornado. Maneiras que quando ouvi falar nisto, bati logo palminhas. 

Primeiro choque : o preço. Chamem-me mão de vaca mas honestamente achei caro (na altura 15€). Depois pensei:'Sa foda...desde que torne a tarefa de desembaraçar o cabelo menos penosa, vale tudo.

Foi então que este modelito veio morar cá para casa:

Não fiquei fã. O tormento de desembaraçar o cabelo continuou e o drama de ver os meus ricos cabelinhos presos na escova, também. Ganhei um extra : fiquei com o couro cabeludo arranhado. Maneiras que disse de mim p'ra mim: nã. Esta merda não vale o dinheiro. Já foste encavada outra vez.

 

 

A surpresa: 

Compro os meus shampoos e condicionadores  nas lojas de produtos para esse efeito e foi numa dessas idas à loja que descobri a salvação para domar esta coisa com vida própria  a que chamo cabelo. Primeiro, desconfiada, lá acedi aos conselhos da funcionária  . Em boa hora o fiz. Já vou na segunda escova dado que a primeira morreu de velha. Senhoras e senhoras apresento-vos a Wet Brush:

 

Cumpre na perfeição o propósito para que foi criada , não foi nada cara (7€) e não arranha o couro cabeludo. Tem um extra: há vários modelos e tamanhos (há umas pequeninas para trazer na mala) à disposição conforme o comprimento do cabelo e ,ao contrário do que o nome indica, funciona tão bem em cabelo seco ou molhado. Escolhi este animal print porque acho que tem tudo a ver com o meu cabelo:selvagem!

 

Pronto.

Agora que já vos elucidei vão-se lá pentear como deve ser que não quero cá gente com cabelo de tufa-tufa  despenteada a ler o meu blog. Vá, andor.

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